ATÉ que a morTe nOs sEpARE.

Eu Luma estou me descobrindo, não tenho propriedade para dizer
se o curso escolhido é o que realmente eu quero.
Eu escolhi este, pois falo o que penso sem muitas indagações por ser revoltada
com as injustiças e a falta de zelo com a humanidade por ter um caso de amor com as favelas e ser apaixonada pelas histórias dos seus moradores(ate onde eu conheço)e por achar que não tenho propriedade para ditar a moda então eu vou ser o meio por onde essa vai ser revelada.Eu sonhei e sonho todos os dias da minha vida em ser jornalista até que a morte nos separe.


Luma Ribeiro

Futebol também foi feito pra Mulheres!


Certa vez, um amigo me questionou dizendo que eu não entendia nada sobre futebol, o que segundo ele era normal afinal, sou mulher.

Passei a acompanhar todos os noticiários esportivos e a “estudar” tudo sobre futebol nacional e internacionalmente. Analisei os grandes times brasileiros e descobri vários problemas, entre eles a má qualidade dá relação entre mídia-fubebol, pois 90% dos programas sobre esporte é basicamente uma “janela” de merchandising. Sem contar a violência das torcidas organizadas, e a corrupção envolvendo os dirigentes de futebol, entre outras mazelas.

A junção dessa minha análise “futebolística” com a minha paixão pela comunicação (oralidade e escrita) e aliado ao meu espírito de liderança, me fizeram perceber que eu poderia mudar a realidade dos programas esportivos e não apenas isso, atuar jornalisticamente em outras áreas.

Por isso, desde criança eu já tinha a certeza que seria jornalista, e a cada dia dentro da Universidade eu tenho mais convicção da minha decisão. Sei que tenho uma longa estrada pela frente, e sei também que minha determinação sempre se fará presente e que atingirei todos os meus objetivos.


Por Irislane Pacheco

Quero ser uma jornalista....

Por ser apaixonada pela PALAVRA sempre quis ser uma comunicadora, não necessariamente jornalista, mas por acreditar que a palavra(independente da maneira como é apresentada), movimenta o mundo, transforma as pessoas.
Durante o curso, tenho aprendido a gostar do jornalismo e a sentir uma vontade enorme de poder usar a atividade como orientação para meu trabalho, minha profissão. O jornalismo pode humanizar mais a corporação militar da qual pertenço e também pode ser utilizado para responder aos ataques nem sempre justos , realizados pelos diversos meios de comunicação.

Ana Paula Crusoé.

Jornalista à moda antiga.

Quero ser jornalista porque penso ser uma profissão de uma beleza sem medidas para mim, porque sou um apaixonado pela literatura, porque adoro a busca desenfreada e metalinquística da palavra certa a ser usada "naquele texto", porque sou amante do conhecimento e anseio sempre mais e mais do que posso aprender numa vida inteira. Por que descobri que não consigo ser outra coisa senão um intelectual ou ao menos pseudo intectual, por isso quero ser jornalista.

INCERTEZAS

Ainda não sei bem ao certo se o jornalismo será minha profissão. Pois descobri que esta carreira vai muito além dos meus rabiscos. Porém enquanto busco essa certeza, quero ser jornalista, por acreditar que a arte de comunicar é uma das melhores ferramentas para conquistar meu espaço no mundo. É uma profissão que instiga constantes descobertas, esclarencendo, informando, insventigando e denunciando fatos e acontecimentos para a sociedade.

Um anteparo para a realidade

Desde muito jovem, com tenra pretensão para a escrita ou para discursos e narrativas, já me apropriava das palavras para tecer pequenos textos. Fui amontoando técnicas, aprontando crônicas, dedilhando acordes em rimas de poesias, treinando dissertações e verguei-me, definitivamente, ao pugilato das palavras, que é até mais absorvente que o da vida.

Sobretudo, penso que a latente questão não suscita uma resposta elucidativa e tão objetiva quanto o ideal pragmático do trabalho jornalístico. Na minha concepção subjetiva, o jornalista é um profissional essencial, é um anteparo para realidade, é um domador dos poderes simbólicos, diplomata da verdade em potencial – é por isso que quero sê-lo.

Ser, eis a questão...

Essa vida nos leva por caminhos que nem imaginamos. Estou nessa estrada, lutando a cada dia, me esforçando para não perder o foco, para manter a chama acesa e alcançar um objetivo maior. É isso, quero ser jornalista, por todas as coisas boas e ruins, paradigmas e paradoxos, riscos e prazeres. Centrar-me no que é ser produtor de notícia e entretenimento é o meu objetivo, meu alvo, meu destino. E jornalista serei.

Ferramentas de mudança social

Se essa pergunta fosse feita 9 meses atrás, encontraria um jovem extremamente sonhador e rodeado de expectativas lúdicas a respeito do jornalismo. O assunto é mais sério do que se imagina. Neste momento as respostas são bem mais sensatas, mas com uma viva esperança que as teorias, até agora aprendidas, não conseguiram apagar.
Enxergo o jornalismo com dois olhares. A primeira é sob uma ótica social, o qual vejo na figura do jornalista um sujeito social diferenciado, não com poderes ou dotado de magias secretas, mas aquele que usufrui do seu talento e de técnicas num compromisso com a sociedade. Aquele que com responsabilidade articula e domina os diversos signos e linguagens em prol de algo. Admiro a dedicação de alguns companheiros que vivem o amor ao próximo e renegam os próprios interesses. O segundo olhar vem de algo chamado propósito. No Brasil representa grande privilégio ter acesso ao ensino superior, o percentual da população que entra em uma universidade é mínimo e ainda menor entre aqueles que conseguem isso gratuitamente em uma das Instituições Públicas de Ensino Superior. Então, quero aproveitar essa oportunidade que Deus me deu e praticá-la em sua obra. Desenvolver o jornalismo cristão com qualidade que cresce no Brasil.
Jesus Cristo e o Jornalismo: meus instrumentos de mudança social.
O desejo de ser jornalista faz parte de um conjunto de escolhas importantes
na minha formação intelectual , e principalmente, moral.
Eu quero ser jornalista por que minha ambição vai além dos valores econômicos, e por um motivo ainda maior : sou otimista acredito que esse país um dia será melhor e o começo desse crescimento se dará com educação e informação; cidadãos bem informados e com opiniões sólidas são cidadãos ativos, se eu tive a oportunidade de contribuir com isso por que não o fazer? por que ser mais um expectador e ficar esperando que alguém faça algo se eu posso fazer?

Eu quero e vou ser jornalista

Eu quero e vou ser jornalista por me identificar bastante com a profissão. Além disso, acredito que possuo os critérios básicos para exercê-la, como ler muito, gostar de escrever, ter uma boa desenvoltura ao me comunicar com as demais pessoas e o senso crítico diante dos diversos assuntos que nos são apresentados. Tenho bastante admiração pelo jornalismo, principalmente pelo poder que existe na informação e na formação de opinião. Confesso que não me vejo exercendo outra carreira.

Porque quero ser jornalista?

Nunca fui de muitas palavras, o que é uma contradição para quem escolhe comunicação social para se graduar, mas amo muito escrever, por isso escolhi o jornalismo. Quero aliar a minha paixão pela escrita com a fascinante profissão do jornalista.


Daiane de Souza Santos

"EU TENHO UM SONHO" EDNELMA LUTHER KING

SER JORNALISTA PRA MIM É UMA QUESTÃO DE PRINCÍPIOS. QUERO VER SE SEREI FIEL A UMA PROMESSA QUE ME FIZ QUANDO ERA CRIANÇA; SER JORNALISTA.
POIS BEM, NÃO PRETENDO SALVAR O MUNDO, NEM PENSO QUE ELE SERÁ MELHOR POR ISSO, MAS EU, SEM DÚVIDAS, SEREI. TEREI SUPERADO TRANCOS E BARRANCOS QUE SÓ QUEM É MEU AMIGO DE VERDADE SABE QUAIS SÃO, E VENCIDO O QUE PARECIA INVENCÍVEL. PRA QUE MOTIVO MELHOR DO QUE ESSE?
QUERO PODER DIZER AOS MEUS ALUNOS QUE ELES PODEM SER O QUE QUISEREM, INCLUSIVE JORNALISTAS, PORQUE EU CONSEGUI.
QUERO QUE ELES SAIBAM QUE NÃO HÁ SONHO DISTANTE DEMAIS SE VOCÊ CAMINHAR SEMPRE EM DIREÇÃO A ELES, SEM NUNCA DESISTIR NEM BAIXAR A CABEÇA. QUERO QUE SAIBAM QUE DEVEM SER E DIZER O QUE QUISEREM, ATÉ MESMO NOS GRANDES MEIOS DE COMUNICAÇÃO, DESDE QUE NÃO SEJAM "VIOLENTADORES DA PRÓPRIA CONSCIÊNCIA", MAS VERDADEIROS NO QUE DEFENDEM E LEAIS AOS SEUS IDEAIS, SEMPRE.
POIS BEM, INDEPENDENTE DO QUE FAREI QUANDO FOR JORNALISTA (PORQUE SEREI, NÃO DUVIDEM!), ACREDITO QUE O JORNALISTA PODE SIM SER MAIS DO QUE UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO, MAS SER UM EXEMPLO DE QUE NEM TUDO ESTÁ PERDIDO, POIS SEMPRE HAVERÁ ALGUMA VOZES, MESMO SOLITÁRIAS, CLAMANDO PELA VERDADE E PELOS DIREITOS DE TODOS OS SERES HUMANOS. NESSE SENTIDO CREIO QUE O JORNALISTA É UMA ESPÉCIE DE "HERÓI SEM MEDALHA" , POIS QUANDO CONSEGUE FAZER OU AJUDAR A FAZER JUSTIÇA ELE INCORPORA O ANSEIO GERAL E O REPRESENTA. OU SEJA, DÁ VOZ A QUEM NÃO TEM. TALVEZ ESSA SEJA UMA VISÃO MUITO ROMÂNTICA DO QUE É SER JORNALISTA, MAS É EXATAMENTE ASSIM QUE PENSO E, ESPERO QUE, SE ISSO NÃO FOR "DESCONSTRUÍDO" ATÉ O FINAL DO CURSO, EU SEJA ASSIM.

Porque quero ser jornalista?


Sempre me senti encantada ao observar um profissional que atua na área do Jornalismo, e diversos fatores contribuíram para que eu descobrisse que esta é além de minha vocação, a função que pretendo exercer profissionalmente, onde posso vir a me realizar em todos os aspectos.
Entre os fatores que influenciaram a minha escolha destaco: a desenvoltura que o jornalista tem ao se comunicar diante do público onde alguns profissionais destacam-se por possuir o dom da oratória e um incomparável poder de persuasão; admiro também o auto grau de cultura adquirida pelos mesmos e por possuir um vasto e invejável conteúdo sobre os mais diversos e distintos assuntos o que me faz considerar o jornalista como sendo um infinito poço de conhecimento e sabedoria.
Sendo assim, decidi ser Jornalista por formação por considerar a profissão “linda” e por acreditar que a Comunicação Social me possibilita relacionar-me com o que mais que encanta no mundo: o ser humano.


*Louise Farias Santos



Amor pelo Jornalismo

A minha escolha pela profissionalização na área do jornalismo foi baseada em multiplos quesitos, entre eles, a admiração pela profissão, sua função perante a sociedade, além de sua interligação com outras áreas que transforamam o jornalismo de suma importância para o mundo globalizado.

Ladjane Davi

Menina Crítica


A área jornalística não foi a minha primeira opção na decisão da minha carreira profissional. Entretanto, a paixão pela escrita e o meu poder crítico me "convenceram" a conhecer um pouco mais esta profissão, foi assim que entrei para a faculdade de jornalismo. Desde então, estou convencida de que não errei em minha e escolha. hoje, percebo que posso unir o útil ao agradável; utilizarei o poder de transformação das palavras unido ao poder que os jornalistas possuem como fortes formadores de opniã. Desta forma, poderei manifestar-me diante da sociedade da forma que eu mais gosto: escrevendo e criticando!

Gabriela Canário

O por que de querer ser jornalista?

Olá, tudo bem?

Por definição, da Wikipédia, Jornalismo é a atividade profissional que consisite em lidar com notícias, dados factuais, divulgação de informações. É a prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de Comunicação.
.
Me apóio nesse tipo de definição para responder o motivo que me leva a almejar esta profissão. Acredito que lidar com notícias faz com que o jornalista se torne um ponto de referência para com os assuntos do cotidiano, assim muitas pessoas vêem no jornalista um alguém que possui credibilidade para fornecer qualquer tipo de informação. Desde já, gostaria de explanar que não tenho, pelo menos por enquanto, uma área de interesse específico, como muitos de meus colegas já declararam, mas desejo sim seguir carreira no jornalismo, de preferência na televisão.
.
Além de expandir meus conhecimentos em diversas áreas de estudo, outro motivo que faz com
que eu queira seguir esta profissão são as inúmeras áreas de atuação. O trabalho de um jornalista jamais será monótono, se o mesmo assim quiser. Acredito que nenhum dia seja igual na rotina de um jornalista, pois o mesmo lida com os mais variados assuntos, pode trabalhar nos mais diversos lugares, nos mais diversos meios de comunicação, atuando de diversas formas. É possível conhecer as mais diversas culturas, povos, lugares e isso, na minha humilde opinião, é fascinante!!
.
Imagino o quão realizado se sente um produtor que vê sua pauta sendo executada, por exemplo. Confesso que não desejo ser jornalista por nenhuma questão financeira, estabilidade já é o sufuciente, busco apenas realização profissional, fazer aquilo com que me identifico e, se possível, tentar mudar a compreenção de mundo que tantas pessoas possuem quando acreditam na primeira coisa que lhe chega aos ouvidos. Quero ser o profissional que vai estar lá, possibilitando que as informações sejam passadas da maneira mais transparente possível.

Até a próxima!

Postado por FELIPE PEREIRA

O por que de querer ser jornalista?

O por que de ser jornalista?
Deparei-me com esta pergunta feita pela minha professora de Introdução ao Jornalismo, Andréa... e depois de ter feito alguns textos acredito que este define muito bem o que esta profissão significa pra mim

O que é o jornalismo pra mim?

Uma paixão inveterada, arrebatadora, um sonho de criança, um encantamento sem tamanho, uma vontade febril...
O jornalismo é um desejo ardente de comunicar, de escrever, de explorar, de entender o mundo e explicá-lo aos outros.

Desde criança tenho vontade de conhecer povos, culturas, gente, idiomas... Quero ser jornalista para escapar da rotina, correr atrás da verdade, viver a noticia, ouvir umm, duas, três, quantas versões a noticia tiver. Quero passar horas em claro e ao chegar em casa ter a certeza de missão cumprida!

E como disse Gabriel Garcia Márquez "Ninguém que não tenha nascido para isso poderá persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra se acaba depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não permite um instante de paz enquanto não se recomeça com mais ardor do que no minuto seguinte".

POstado por Isabella Mensant!

Jornalista por "empurrão"

Cursar jornalismo nunca havia passado pela minha cabeça. Dentre minhas várias tendências, deixei a paixão pela escrita para segundo plano. O curso foi apenas uma opção longínqua, dentre as poucas que eu tinha: não me agradava a rotina enfadonha das redações. Por mais que eu gostasse de escrever, aquilo não passava de um passatempo, tendo em vista meu objetivo maior; uma Faculdade de Audiovisual.

Hoje, como aspirante a jornalista, mudei bastante alguns conceitos pré-estabelecidos que achava condizentes com a profissão. Depois de certo contato passei a enxergar a abrangência que o termo “jornalismo” oferece, e me contagio com as futuras possibilidades. O contato direto com novas culturas, assim como aprendizado constante e os diversos meios de atuação, são algumas das características que me deixam feliz pela escolha.

Jornalista é Herói?

Imaginei que ser jornalista era ser herói. Alguém capaz de resgatar as pessoas das mazelas provocadas por outras que se julgam ser melhores. Alguém que soubesse identificar as situações de perigo e alertá-las à população. Alguém impecável, indefectível, que possuísse repostas prontas a todo momento para qualquer pergunta. Imaginei apenas, e desejei ser como um deles.
Entretanto, percebi que ser jornalista não é ser super-herói, é ser HUMANO, muito humano. É ser sensível ao problema do outro e defendê-lo como se fosse seu. É ouvir o que não foi dito, é ver o que os outros não veêm, é duvidar até de si mesmo em busca da verdade. Mas acima de tudo, o que mais me surpreendeu foi perceber que ser jornalista não é apenas ser intelectual, comunicativo ou saber opinar sobre tudo, é mais do que isso. É praticar cotidianamente os valores do seu caráter. Então entendi que para ser um grande jornalista é preciso, antes de qualquer coisa, possuir um grande caráter. Por isso admiro cada vez mais a profissão que escolhi, principalmente por saber que posso exercer uma função social e ajudar a melhorar a vida daqueles que me cercam, servindo à comunidade. Para isso eu quero ser JORNALISTA.

Por Nilzete Brito




Documentarista também é jornalista?

Talvez o meu querer jornalístico destoe um pouco do convencional, não pretendo noticiar. Transformar fatos em notícia não é meu objetivo, sou um amante dos registros históricos e como tal prefiro documentar o cotidiano, a rotina de determinadas comunidades e a época correspondente. Talvez isto seja demasiado maçante para alguns, mas compartilho da opinião de que a notícia tem valor efêmero e o documentário não. Um documento histórico tem um valor sociologicamente inestimável, pois, servirá como fonte de pesquisa sobre o momento vivido em determinadas épocas, ou seja, o documento jornalístico é uma análise direta e explícita da vida social. Num mundo tão "líquido" quanto o nosso talvez um registro histórico nos mostre os erros e também nos dê uma referência de que caminho seguir na busca por uma existência mais humana e harmônica. A minha perspectiva vai muito além de que registrar fatos e publicá-los.


Por Laércio Lucas

Querer é poder!

Quando surgiu a proposta de expor o porque quero ser jornalista,confesso que relutei em concordar com a idéia,já que ainda tenho dúvidas se vou seguir a profissão.No entanto pensei nos meus sonhos e como eu perseverava na conquista deles.Lembrei de quando era criança que me jogava no chão e gritava até conseguir o que queria.Hoje com a chegada à universidade tenho a mesma sensação de outrora.Pois não me limito só desejando em querer ser uma jornalista ,estou indo ao o chão mais uma vez buscando capacitação e o conhecimento .Para que na conclusão do curso eu possa abrir um largo sorriso e dizer que querer é poder.

Ser jornalista...

Ser jornalista nem sempre foi um sonho, porém a partir de um momento da minha vida, passei a me imaginar incorporando tal papel.
Sempre admirei o rádio-jornalismo e até hoje penso ser um desejo bem presente dentro de mim. Houve também um certo interesse, a partir do momento em que tive a oportunidade de participar da rádio experimental da escola que eu estudei todo o ensino médio. Talvez, o interesse aumentou pelo fato da minha irmã desde sempre falar do desejo em ser jornalista (foi a união do últil ao agradável). Mas não somente por isso, pois tenho grande vontade em atuar como rádio-jornalista, buscando realizar um trabalho justo, dentro da ética profissional.
Penso em trabalhar no rádio, pois este ainda alcança grande parte da população. Desejo então, fazer um jornalismo sério, já que há uma certa carência dentro deste meio no que se refere a prática jornalística.
Por Laise Nery

Jornalista, que "bicho" é esse??

Não, não sei o que é ser jornalista. De fato, freqüento um certo curso de Jornalismo de uma certa Universidade, mas não sei se isso me autoriza a dar uma resposta satisfatória à questão inicial. Que requisitos são necessários para se atingir a condição de jornalista? O que diferencia o jornalista do não-jornalista? O que há no ser do jornalista que está em falta nos demais seres?

Alguns diriam que o jornalista é um perspicaz observador: alguém com talentos extraordinários para apreender a realidade e comunicá-la de modo objetivo aos demais indivíduos. A meu ver, não há nada de transcendental na tarefa do jornalista. A realidade está aí para ser percebida por todos. O que ele pode fazer é apenas chamar a atenção das pessoas para certos aspectos dessa realidade. Ainda assim, não o faz de maneira totalmente objetiva, uma vez que toda a sua subjetividade está implicada nesse processo.

Diante disso, resta-me somente a impossibilidade de enunciar qualquer definição. Não tenho respostas prontas, mas tenho muitos questionamentos. Não sei dizer objetivamente (ao menos no sentido usual da palavra) o que é ser jornalista, e muito menos por que quero ser jornalista. Seria uma opção profissional? Um estilo de vida? Um compromisso social? O que sei é que, dentre as infinitas possibilidades de ser, o Jornalismo é uma delas. E neste momento, a única coisa que faço é seguir essa possibilidade. E se fiz a escolha certa, isso só o tempo dirá...

Por que quero ser jornalista?

A princípio, acredito que seria melhor perguntar por que eu queria ser jornalista. No entanto, isso não significa que eu não queira mais ser parte dessa tão cobiçada e criticada profissão, a qual quanto mais me aprofundo, no vasto campo teórico, sou surpreendido pelas inestimáveis controvérsias entre teoria e prática.

O motivo principal de ter escolhido fazer parte dessa comunidade está relacionado com os meus fundamentos ideológicos. Acredito, não me permito dizer que não, que os meios de comunicação são os principais canais detentores do poder de mostrar, pressionar e proporcionar modificações efetivas no cenária de injustiça que se autenticou em nossa sociedade ao longo da história.

No ponto da reta que me encontro nessa trajetória, o que posso afirmar é que ainda quero fazer jornalismo, porém não penso em atuar no campo profissional. Mas, ainda tenho para mim que esta é a profissão, e não mais uma profissão, mesmo com as controvérsias.
Por: Daniel Santana

Por que quero ser Jornalista?

A escolha profissional é um momento importante na vida de um estudante. A opção pelo curso de jornalismo em multimeios foi porque, penso que esta profissão pode fazer a diferença na sociedade, através de informações, notícias que ajudam as pessoas a serem despertadas a reivindicarem certos direitos que lhe são garantidos aos cidadãos como: saúde, educação e até mesmo o direito a informação.
Vale ressaltar que no jornalismo nem tudo funciona as mil maravilhas, mas qual o trabalho não tem seu lado negativo e o seu lado positivo. A área de atuação dentro do jornalismo ainda não definir, apesar de gostar de investigar, pesquisar sobre alguns fatos e acontecimentos sociais ligados a história e política.
O profissional da comunicação tem que está informado acerca de questões ligadas ao seu cotidiano para poder interagir com o público, observando suas reações frente à notícia dada e a partir daí saber o melhor método de divulgar uma matéria.
por Adzamara Amaral

Sonho Meu...



"Sonho meu, sonho meu. Vai buscar


quem mora longe. Sonho meu..."


Maria Bethânia




Será que aquela menininha que um dia pensou em conhecer outros planetas realizou todos os seus sonhos?
Ela sonhou em ser médica pediatra para cuidar e salvar as crianças do sofrimento que causa uma doença. Ela sonhou em ser economista, gosto estranho, porém, mesmo com treze anos acompanhava a implantação do Plano Real. Todos diziam essa menina vai ser advogada, articulava bem as palavras, mas, ela sonhou em ser atriz; fez teatro quase se profissionalizou, entrou no Movimento Estudantil, ela que escrevia passou a escrever com mais paixão. Ela sonhou em mudar o mundo. Sonhou um dia em juntar os seus escritos, mesmo sabendo que precisava conhecer mais, viver mais, no entanto, escrevia, e simplesmente, escrevia. Ela sonhou em ser cineasta. Ela sonhou. Será que aquela menininha realizou todos os seus sonhos? Os anos passam... Não brinca mais de pega-pega, esconde-esconde, queimada, ping-pong e etc."Aprovada no vestibular”. Sim, os sonhos são possíveis de serem realizados e nós somos do tamanho deles.
Por Meg Macedo

Por que quero ser jornalista?

Por ser uma área bastante abrangente, em termos de mercado, o jornalismo possibilita para aquele que o escolhe, uma enorme variedade de áreas onde pode exercer a profissão. Além da sua diversidade, o "fazer jornalístico" figura como espaço de expressão do profissional, onde este, implicitamente, pode expor o seu ponto de vista sobre um acontecimento de modo a torná-lo interessante para o público, que pode buscar mais informações sobre o fato, construir sua opinião e assim enxergar o mundo sob uma ótica mais aguçada.

Eu escolhi esta área na certeza de que ela pode me realizar profissionalmente, não somente no que se refere ao fato de se acumular muitos bens materiais, mas sim por ser algo que realmente gosto e no qual me vejo dando o melhor de mim e obtendo retorno, seja este financeiro ou não, pois este é uma conseqüência da afinidade com o que se opta fazer.

Outro aspecto que me levou a querer ser jornalista é o fato de a profissão oferecer, através do contato com os mais variados tipos de pessoas e do meu enfoque para a área de entretenimento, uma proximidade com o meio musical, que é onde desejo estar, de início como jornalista e, num futuro próximo ou não, como notícia.

Por Raoni Santos

Por que ser jornalista?


Para apurar fatos? Escrever textos? Colher NOTICIA? Distorcer fatos? Mostrar a realidade? Fazer reportagens? Mudar o mundo? Alimentar o próprio ego? Satisfazer uma paixão? Ser engolido pelo sistema ou desafiá-lo até a morte com a ínfima esperança de crescer profissionalmente algum dia? Ou será adentrar em “jogos sujos”, mentiras, corrupção e sensacionalismo para lograr êxito? Será que ser jornalista é perder a qualidade de ser humano, para então atingir a total imparcialidade? Será que um bom texto jornalístico é semelhante a um BOC(Boletim de Ocorrência), sem alma, sem vida, SEM OPINIÃO?

São apenas algumas indagações, para tentar saber o que realmente quero ser, pois a palavra jornalista sozinha não é auto-suficiente e existe um campo muito mais vasto e complexo intrínseco a ela.

Eu defino ser jornalista como um sonho que corremos atrás e quando chegamos nele, muitas vezes nos decepcionamos, raras vezes não, porém continuamos, pois nascemos para fazer isso, seja digno ou não, seja correto ou não, de maneira responsável ou não.

Às vezes eu me questiono se em algum momento ficarei em dúvidas morais; e se estarei fazendo o certo sempre; ou até onde os caminhos que trilharei me levarão? Mas estes nuances ficarão para depois.

E como resultado desta reflexão, eu descobri que gosto de lutar; de passear por caminhos ambíguos; de refutar inverdades; de lidar com o sistema; de informar a priori, sem deixar de opinar; e é por tudo isso que quero ser um verdadeiro jornalista.


Por Luís Eduardo Alves

Por que eu quero ser jornalista?

Quando escolhi ingressar no curso de Comunicação Social - Jornalismo em Multimeios, nunca passou por minha mente o status que está atrelado a profissão, mas sim uma realização pessoal. Lembro que quando fui prestar vestibular, muitos profissionais da área me aconselharam a procurar outro campo, pois o jornalismo não oferecia um bom poder aquisitivo. Porém, o que esteve sempre presente comigo foi à experiência do trabalho que desenvolvi como correspondente popular da rede do Sedica.

A partir do momento que iniciei na rede e fui sendo preparada para atuar através das oficinas que o setor oferecia, comecei a me apaixonar pela idéia de ser uma jornalista. O que mais me empolgava era quando colhia os fatos da semana, escrevia, enviava para a redação e por último gravava a noticia. A cada momento deste, me simpatizava ainda mais com a carreira que exige dinamismo, tempo, curiosidade e contato direto com o que acontece na sociedade no geral. Fiz o vestibular, passei! E mais ainda, a cada dia que passa sinto que tomei a decisão correta, porque após dois semestres, me identifiquei muito com o curso e com a instituição. Como eu costumo falar, estou aqui porque é o que eu quero e lutei muito por isso.

Por fim, desejo me tornar uma jornalista por paixão pessoal, por querer fazer parte da construção do real, e contribuir para melhoria da sociedade brasileira levando um noticiário ético e responsável para todas as camadas da população, sem deixar de lado que desejo com minha profissão contribuir no desenvolvimento social da cidade de onde sou natural: Curaçá. Ainda não sei em que área do jornalismo atuarei, ou local se é jornal impresso, online ou na TV, mas já sei que não me sentiria muito confortável na apresentação de um jornal, gostaria mesmo de ficar atrás das câmeras e preparar o que vai ser levado aos receptores.
Alinne Suanne.

Por que que eu quero ser jornalista?

Desejo ser jornalista, pelos seguintes motivos: pesquisa, investigação e comprovação da veracidade dos fatos, ou seja, não tem nada a ver com o glamour ou status proporcionados pela profissão, e sim, com o poder de mostrar a sociedade, os fatos até então desconhecidos por ela.
Por Emaísa Lima - Introdução ao Jornalismo

Por que quero ser jornalista



Ao escolher o curso de Comunicação Social – Jornalismo em multimeios, o fiz com uma certeza: essa é a profissão que quero. Quando ia ao Estádio da Fonte Nova, sempre me entusiasmava com os profissionais de comunicação que trabalhavam na trasmissão dos jogos. Em alguns momentos, chegava a prestar mais atenção neles do que no jogo. O que me encantava e até hoje me encanta é a rapidez que o trabalho jornalístico exige, fazendo com que essa, na minha visão, não seja uma carreira monótona como muitas outras existentes.

Quero ser jornalista para que os meus pensamentos tornem-se conhecidos das demais pessoas; para que a minha opinião seja debatida. Sei que essas minhas vontades podem não acontecer, afinal, o mercado jornalístico está saturado. Porém, nem esse contratempo será capaz de mudar a minha decisão de seguir a carreira jornalística.

Só não quero tornar-me jornalista para fazer sensacionalismo e explorar as mazelas da sociedade como alguns profissionais fazem. Esse tipo de espetáculo, na minha ótica, ofende um dos principais valores da profissão: o valor ético. Fazer uso da pobreza, da violência e da falta de educação do povo, com a finalidade de uma promoção pessoal, contraria tudo que nos é passado no ambiente universitário. Quero ser diferente dos “Bocões” e “Varelas” que existem no meio; quero ser jornalista para levar informação às pessoas, para sentir-me bem, caso contrário, nem teria começado o curso.
Por_ Emerson Rocha

Por que quero ser jornalista?

Esta é uma pergunta dificílima de ser respondida por mim. Em primeiro lugar porque não quero ser jornalista na sua essência – repórter. Em segundo, porque a profissão que desejo exercer no futuro é a de diplomata e político. Em terceiro e último lugar, porque penso em passar pela área de comunicação por um pequeno tempo, no máximo, comunicando através das ondas sonoras do Rádio AM.

Diante das situações apresentadas é de uma complexidade fora do comum dá uma resposta coerente a esta questão. O que posso elucidar a respeito do curso de Comunicação Social – Jornalismo em Multimeios é que ele é o meu passaporte para conseguir meus objetivos profissionais, junto ao Instituto Rio Branco. Claro que depois de me aperfeiçoar nos idiomas: inglês, espanhol, francês, alemão e mandarim.

Sei que o curso de comunicação não é tão preparatório quanto o de direito para a área diplomática, mas é um curso superior que com os devidos ajustes dado pelo interessado, no caso, eu. Com certeza irá me conduzir com certo grau de vivacidade à carreira diplomática. É por isso que preciso aproveitar o máximo, dentro de minhas limitações, o que é apresentado e estudado no recinto universitário e fora do mesmo.

Não posso passar pela universidade sem ser percebido, sem incomodar, ser incomodado, sem indagar e nem muito menos concordar que o que é ensinado na universidade, realmente servirá em todos os sentidos para um bom desempenho profissional e convívio social. Muitos dos conceitos teóricos, vistos na universidade, não é tão diferente daqueles do ensino fundamental e médio – Saem do meio do nada e não levam a lugar nenhum, pois não há caminho a seguir.

Enfatizo, não passa por minha cabeça a idéia de exercer a profissão de jornalista, mas estou aprendiz de jornalismo e sou humilde o suficiente para assumir que o mundo dar muitas voltas e numa delas, posso ser seduzido pela profissão. Por isto preciso encarar esta realidade, já que ela está mais próxima do que as diversas outras realidades distantes e almejadas por mim.

Desejo sair da universidade conhecedor, no mínimo do básico sobre a profissão de jornalista em multimeios. Não posso em hipótese alguma deixar este pensamento de lado, mesmo porque seria vergonhoso par um estudante de qualquer profissão, concluir o curso e não lembrar do que estudou, durante os anos fincados na instituição. É o cúmulo amnésico, pensar em tal situação.

Espero que no decorrer da disciplina de Introdução ao Jornalismo, algumas objeções, das quais agora não quero tratar, sejam melhor esclarecidas para que o ceticismo não se torne tão evidenciado nas mentes de nós estudantes. O que talvez, possa provocar rejeição e abandono do curso. Algo extremamente desinteressante para um curso em construção e ainda não reconhecido oficialmente.


Por_ Jorge Galego

O SILENCIAR DE UM RUGIDO

Quando foi idealizado por Simões Filho, o A TARDE se propunha a ser imparcial, sem ser indiferente aos embates de direito; neutro, mas sem se esquivar das controvérsias partidárias quando interessassem ao bem coletivo; ponderado, não provocando rixas pessoais, nem sujar a honra alheia, mas também não cederia um espaço à reação enérgica e viril. Todavia, quando o golpe militar de 1964 se apoderou do Brasil, o jornal passou a não divulgar os assuntos de interesse da população baiana, os embates dos estudantes que naquela época brigavam pelo direito à liberdade de expressão. A violência contra a classe estudantil ocorria sem que uma reportagem repercutisse os fatos. Ao contrário, o vespertino passou a divulgar os informativos do novo regime em suas páginas. Sabe-se que uma opção como esta foi a alternativa (talvez a única) de muitos veículos de comunicação para sobreviver durante os sombrios anos da ditadura militar, sem ser importunados pelos órgãos repressores. Porém, quando o A TARDE deixou de noticiar a perseguição às entidades operárias e estudantis e a situação que o povo baiano vivia naqueles anos, em detrimento das matérias que tratavam sobre os benefícios da modernização econômica advindos das decisões dos generais, o jornal serviu como ponte para a que os militares propagassem seus simbolismos dentro da Bahia.

DEBATES NA TV: COMO A EDIÇÃO MEXEU COM A VISÃO QUE TEMOS HOJE

Era a primeira vez que os brasileiros iriam às urnas escolher diretamente o presidente da República após o final da Ditadura. Em 1989 um pool formado com as quatro principais emissoras de TV no Brasil (Globo, Manchete, SBT e Bandeirantes), realizou no dia 14 de dezembro daquele ano, durante o segundo turno, um debate entre os candidatos Fernando Collor de Melo (PRN) e Luiz Inácio da Silva, o Lula (PT). O programa teve quase três horas de duração e várias farpas foram trocadas entre os presidenciáveis. Todo o país parou em frente aos televisores para assistir aquele momento que representava um marco para a democracia. Mas o que era para ser uma discussão das propostas de governo dos dois políticos se transformou em mais uma polêmica envolvendo a Rede Globo. No dia seguinte ao debate, o Jornal Hoje e o Jornal Nacional exibiram trechos do programa, em que parecia que o candidato do PRN teria se saído melhor em suas declarações. A direção do PT protestou contra a edição das matérias veiculadas nos dois telejornais, por achar que a emissora estava privilegiando Fernando Collor. A Globo se defendeu alegando que escolheu os melhores momentos do debate, mas os critérios de escolha se assemelhava à edição de uma partida de futebol. O resultado deste episódio maculou a imagem da emissora durante um tempo, e de certa maneira prejudicou o desempenho do candidato petista nas urnas. Por conta disto, hoje tanto a Rede Globo como outras emissoras de TV têm o cuidado de apenas mostrar os bastidores de debates eleitorais, a expectativa da população nas ruas e apenas mostrar a face de cada candidato, sem se ater às declarações destes durante o debate. Isto resguarda a emissora de possíveis processos e de novamente ter a imagem arranhada diante da opinião do público.

A GLOBO E A COBERTURA DAS DIRETAS JÁ

Em 1983, ainda sob o Regime Militar, diversos setores da sociedade brasileira se mobilizavam pela aprovação da emenda à Constituição, criada pelo então deputado Dante de Oliveira (PMDB-MT), que buscava garantir à população o direito ao voto para Presidente da República. Em várias cidades e capitais do país ocorriam comícios organizados por partidos oposicionistas, intelectuais e artistas, em que reuniam milhares de pessoas impulsionadas pela vontade de exercer plenamente a cidadania. Enquanto a mídia impressa e rádios já destacavam esta reação do povo contra o regime autoritário, a Globo não cobria o fato com a devida importância que ele apresentava. As primeiras reportagens citando os comícios pelas Diretas Já mostravam apenas o comportamento das pessoas chegando à espera do que seria “somente” um concerto musical em praça pública. Na época, a emissora se defendia que “não poderia mostrar em rede nacional a mobilização popular porque temia que uma ampla cobertura da TV pudesse se tornar um fator de inquietação nacional [...] Mas a paixão nacional foi tamanha que resolvemos tratar o assunto em rede nacional”. (palavras de Roberto Marinho). Mas era isso justamente o que o povo esperava de uma televisão com a maior audiência no país. Hoje, já vivendo 23 anos de redemocratização, perguntamos se toda aquela prudência (ou silêncio) com relação à cobertura das Diretas Já pela Rede Globo não foi por medo das retaliações dos generais, medo de perder a concessão, ou verdadeiramente terá sido a audiência que estava sendo perdida para outros veículos de comunicação na cobertura daquele evento tão importante para o país? O que estava em jogo: interesses empresariais, medo da censura ou a luta pela audiência? A resposta? Deixamos para os leitores fazerem uma reflexão.

ESCÂNDALO PROCONSULT: a mal-sucedida tentativa de fraude contra Brizola

Em 1982, foi realizada no país a primeira eleição direta para governadores, senadores, deputados, prefeitos e vereadores após a implantação do Regime Militar. Antes disso todas as escolhas eram indiretas, de acordo com os interesses do regime autoritário. Na época não existia um sistema de totalização eletrônico dos votos. As apurações eram manuais e demoravam vários dias para saber o resultado. O TSE não tinha um sistema de totalização próprio, por isso contratou empresas particulares para isto. Na maioria dos estados da nação este encargo ficou por conta da Serpro, mas no Rio de Janeiro, a fase final da apuração foi encarregada à Proconsult. Os candidatos a governador daquele estado eram Moreira Franco (PDS – apoiado pelos remanescentes do regime militar) e Leonel Brizola (PDT). As pesquisas anteriores à eleição apontavam grande vantagem para Brizola. Mas assim que começou a apuração no Rio de Janeiro, um clima tenso se instaurou naquele estado. A Rede Globo se pautava na central de dados preparada pelo jornal O Globo, que recebia as informações diretamente da Proconsult. Os dados denotavam a vitória de Moreira Franco. Porém a Rádio Jornal do Brasil demonstrava que o possível vitorioso seria Leonel Brizola. Um desencontro de informações e a morosidade nas apurações deixaram a população do Rio de Janeiro apreensiva e, principalmente o candidato Brizola, que levantou a hipótese de fraude nas eleições, acusando a TV Globo de estar mantendo certa tendência a Moreira Franco. Leonel Brizola fez declarações para a imprensa internacional insinuando um acordo de manipulação dos resultados contra ele. Tais declarações deixaram os dirigentes da Rede Globo em polvorosa e a obrigaram a abrir espaço para o candidato, numa entrevista bombástica. O TSE pediu a Polícia Federal que abrisse um inquérito para investigar as acusações e somente depois de muitos dias os eleitores souberam quem realmente estava na frente. No final, a apuração paralela feita pela Rádio Jornal do Brasil foi a que estava mais próxima dos resultados do TRE. Este caso, na época deixou a Globo em uma situação constrangedora diante da opinião pública, porque levantou à tona que o jornalismo da emissora não é tão imparcial quanto ela faz a população acreditar que é.

Lei de Imprensa

A Lei n° 5.250, mais conhecida como Lei de Imprensa, foi promulgada em 9 de fevereiro de 1967, e regula a liberdade de manifestaçoes do pensamento e de informação. O texto comporta sete capítulos e 77 artigos que constituem a "Lei Brasileira da Informação", incluindo os órgãos impressos e demais meios de divulgação, rádio, televisão e agências de informação, entre outros.
A lei implantada durante o regime militar é, atualmente, objeto de discussão das representações de profissionais da área do jornalismo e de sindicatos de empresas jornalísticas. A discussão gira em torno da necessidade de novas emendas e o atendimento a novas mídias, como o ciberespaço.
Fonte: Gisela Swetlana Ortriwano. A Informação no Rádio.Summus-São Paulo, 1985.p 73

Imprensa Alternativa

Lançado em 7 de julho de 1975, o jornal Movimento foi um dos mais influentes da imprensa alternativa da época. Juntamente com os jornais Opinião e O Pasquim, atuou durante a ditadura militar, reunindo diversos personagens da intelectualidade brasileira, como ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Duarte Pereira, Perseu Abramo, Chico Buarque de Holanda, Fernando Peixoto e Elifas Andreato. Já o principal editor, foi o jornalista Raimundo Pereira.
O escritor e o jornalista Fernando Morais ressalta que a censura à imprensa no Brasil terminou, de fato, no dia 2 de junho de 1976, quando o general Ernesto Geisel retirou da redação da Revista VEJA e do jornal Movimento os últimos censores. Para alguns estudiosos, a decadência da imprensa alternativa começou com uma série de explosões de bombas em bancas de jornal, pois, sem jornaleiros dispostos a arriscar a própria vida, esta não pôde mais resistir e, finalmente, acabou. Mas para muitos, hoje a imprensa alternativa ainda é possível, principalmente, com a ajuda da internet.

Um jornal para Juazeiro



Em 24 de dezembro de 1972, Paganini Nobre Mota fundou o jornal Tribuna do Povo para circular na cidade de Juazeiro-Bahia e norte do Estado da Bahia. Mas como a população sempre chegava à livraria Pirelli e dizia: ‘me dê o Jornal de Juazeiro’, Paganini resolveu mudar o nome para Jornal de Juazeiro. Mas esta não foi a única mudança. Com o decorrer dos anos e o desenvolvimento da região, o Jornal passou a chama-se Diário da Região.

No início, a redação e o escritório funcionavam em Juazeiro-BA, na Rua Goés Calmon, porém era impresso na EDINORTE (Editora Norte Ltda) em Feira de Santana-BA. Circulava em Juazeiro-BA, Petrolina-PE e mais 30 municípios. Em 1975, a sede é transferida para a Travessa Dr. Edson Ribeiro, e o Jornal passa a ser impresso aqui na cidade, pela gráfica Gutemberg.

Em 1980 há uma última mudança, deslocando a sede para a Rua Eduardo Brito, onde permanece até hoje. A partir de 1981, o Jornal passa a ser impresso pela Gráfica Inês. Na década de 80, era o único impresso da região a ter sede própria, oficina com sistema off-set e o próprio parque gráfico construído em 15 de julho de 81.

O Primeiro Jornal Impresso do Brasil


A Gazeta foi o primeiro jornal publicado em terras brasileiras. Começou a circular em 10 de setembro de 1808, no Rio de Janeiro. Embora a imprensa já tivesse nascido oficialmente no Brasil em 13 de maio, com a criação da Imprensa Régia, seu início foi marcado pela primeira edição do periódico. Alguns meses antes de o governo português publicar seu jornal, Hipólito José da Costa lançou o Correio Brasiliense, em primeiro de julho de 1808, impresso em Londres e circulando clandestinamente no Brasil. A Gazeta deixou de circular em 1822, com a Independência do Brasil e a maior liberdade de imprensa.

BOCA DO INFERNO.

O jornal alternativo "Boca do Inferno" surgiu em julho de 1976 na cidade de Salvador, e circulou até outubro do mesmo ano. Nesse período, o regime vivia uma progressiva distenção política ainda controlada pelo governo militar. Em Salvador, profissionais influenciados pelo jornalismo criativo de outros periódicos alternativos e que não se identificavam com a linguagem tradicional da grande imprensa, lançaram-se na aventura de criar um novo veículo.
O "Boca" representou um centro de articulação de forças heterogêneas que integrou jornalistas, poetas, fotógrafos, desbundados e ex-militantes, cujo objetivo final era preservar a criatividade e uma relação viva com realidade social.
Fonte: Gustavo Falcon (org). In: Os baianos que rugem. A imprensa alternativa na Bahia. Salvador, Edufba.

Movimento contra a ditadura militar


Fundado há 33 anos, o jornal Movimento foi criado para unir a resistência popular contra a ditadura militar. Tornou-se instrumento democrático das bandeiras que passavam a ser empunhadas pelas massas. Ficou em circulação durante pouco mais de cinco anos, mas deixou sua marca vigorosa na crônica política, jornalística e social de nosso país.

Imprensa Alternativa: Jornal Opinião


Considerado um dos mais influentes jornais alternativos durante o regime militar, Opinião foi lançado em São Paulo, em 1972. No período que circulou, fez um jornalismo investigativo e nacionalista, sempre em defesa da democracia brasileira. Por causa dessa postura, foi também um dos veículos mais perseguidos pelos censores da ditadura, que deram plantão na sua redação de Janeiro de 1973 a Abril de 1977. Opinião deixou de circular em 1978.

Milton Viola dos Santos- O MILLÔR

Millôr Fenandes nasceu em 16 de agosto de 1923 no Méier subúrbio do Rio de Janeiro. No ano seguinte, no dia 27 de maio de 1924, foi registrado com o nome de Milton Viola dos Santos. Devido à certidão de nascimento ter sido escrita à mão, não era possível entender o seu verdadeiro nome. Daí então, todos o chamavam de Millôr. Lançou a revista PIF PAF em maio de 1964, um dos diversos jornais alternativos ds décadas de 60 e 70, onde fazia um jornalismo satírico e de humor, estilo que mantém até hoje. Atualmente, trabalha para a revista VEJA publicando crônicas e charges.

MÁQUINA ENIGMA


Enigma foi como ficou conhecida a máquina eletromecânica de criptografia com rotores, utilizada tanto para a criptografar como para a descriptografar mensagens secretas. Usada de diversos formas na Europa a partir dos anos 1920, ela ganhou visibilidade com os nazistas em 1930, pois eles consideravam um sistema imbatível de codificação fazendo milhões de combinações juntando letras e símbolos podendo só ser decifrado com outra máquina. Mas mesmo assim com tantos enigmas, os nazistas não conseguiram vencer os aliados durante a segunda guerra mundial.



Mais informações: NOSSO TEMPO:A cobertura jornalística do século, Jornal da Tarde. Ed. Klick. 1995.

Revista O Malho



Em 1902, começa a circular no Rio de Janeiro a revista humorística “O Malho”, cujo alvo predileto era os políticos da, então, capital federal. A revista nunca poupava suas ironias e sátiras com relação às figuras ilustres do governo. A revista conseguiu reunir em suas páginas os principais cartunistas da época, como Ângelo Agostine. O Malho beneficiou-se bastante com a decisão dos Correios em entregar jornais e revistas por via postal, conquistando um grande público.




Mais informações: NOSSO TEMPO: A cobertura jornalistica do século, Jornal da Tarde, Ed. Klick, 1955


O primeiro fanzine do Brasil

A palavra fazine vem da contração de duas palavras inglesas e significa literalmente 'revista do fã' (fanatic magazine). Para alguns estudiosos, fanzine é somente a publicação que traz textos, informações e matérias sobre algum assunto. Esse gênero se disseminou de tal forma que, hoje, engloba todo tipo de publicação que tenha caráter amador, feita sem intenção de lucro e pela simples paixão pelo assunto enfocado. Porém, se trouxer produções artísticas inéditas é caracterizado como revista alternativa.
No Brasil, o primeiro fanzine foi Ficção, criado por Edson Rontani, em Piracicaba (SP), em 1965. Nesta época, usava-se o termo "boletim" para designar as publicações amadoras. O termo fanzine só começou a ser usado a partir de meados da década de 70. A motivação de Edson Rontani foi manter contato com outros colecionadores de revistas de quadrinhos para venda e troca de revistas. Mas já no primeiro número, Edson coloca diversos textos informativos e uma importantíssima relação das revistas de quadrinhos publicadas no Brasil desde 1905.


Leia mais em: http://kplus.cosmo.com.br

Klaxon: uma revista a serviço das idéias modernistas

Em 1922, logo após a Semana de arte Moderna, foi fundada em São Paulo a revista Klaxon: mensário de arte moderna. Altamente inovadora no campo gráfico e visual, a revista constituiu-se no principal veículo difusor das novas tendências estéticas apontadas pela Semana. Com a colaboração de escritores como Mário e Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Guilherme de Almeida e Sérgio Milliet, Klaxon teve vida curta, não ultrapassando os nove números.
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Fonte: CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Tereza Cochar. Literatura brasileira. 2. ed. São Paulo: Atual, 2000.

Vídeo-arte


O mundo dos espetáculos e das artes se beneficiou com o desenvolvimento das técnicas de vídeo. O surgimento do campo artístico denominado vídeo-arte se concentra na manipulação de imagens e sons para criar composições genericamente conhecidas como vídeo-instalações ou vídeo-performances, nas quais se costuma usar diversos monitores para a projeção de imagens coordenadas.

Fonte: Enciclopédia Barsa

Comunicação Alternativa: Contra-hegemonia e mídia alternativa no século XXI

O papel da mídia radical pode ser visto como o de tentar quebrar o silêncio, refutar as mentiras e fornecer a verdade. Esse é o modelo da contra-informação, que tem um forte elemento de validade, especialmente sob regimes opressores e extremamente reacionários. "A mídia radical tem a missão não apenas de fornecer ao público os fatos que lhe são negados, mas também pesquisar novas formas de desenvolver uma perspectiva de questionamento do processo hegemônico e fortalecer o sentimento de confiança do público em seu poder de engendrar mudanças construtivas", conforme defende John Downing. O pesquisador norte-americano é autor do livro Mídia Radical – Rebeldia nas Comunicações e Movimentos Sociais, publicado no Brasil pela Editora Senac.

Site: www.google.com.br

2-5499 Ocupado




Esse foi o nome dado a primeira telenovela diária da televisão brasileira, adaptada de um original argentino. Protagonizada por Glória Menezes e Tarcísio Meira, foi ao ar em 1963. No ano seguinte, foram adaptados diversos títulos argentinos, mexicanos e cubanos. Nessa primeira fase, a mais importante autora de telenovelas foi Ivani Ribeiro, que escreveu sucessos como “Alma Cigana” (1964) e “A Deusa Vencida” (1965). A novela era gravada ao vivo na TV Tupi e não escondia suas deficiências, obtendo grande êxito a partir de 1964 com a versão televisiva da radionovela “O direito de Nascer”.

Fonte: Enciclopédia Barsa

Inah Torres


De cabelos brancos, aos 75 anos, jornalista, radialista e com muita história pra contar, Inah Torres é uma das profissionais que fizeram e ainda fazem história na imprensa do Vale São Francisco. Começou na rádio aos 14 anos de idade e, desde então, não parou mais. Na área de jornalismo impresso, trabalhou no "Pharol" do saudoso João Ferreira Gomes; no Jornal de Juazeiro, atual Diário da Região e, atualmente, faz a coluna social do Gazzeta do São Fancisco. No rádio, passou pela Emissora Rural e está há 26 anos na Grande Rio Am com o programa "Em Sociedade".

CoReS Na TeLeNoVeLa BrAsiLeiRa



O Bem Amado foi à primeira telenovela a cores, exibida em 1973 pela Rede Globo.
Sem dominar ainda a nova técnica, a TV Globo explorou o novo colorido da telinha usando cores berrantes nos figurinos e cenários da trama.
Além de pioneira nesse aspecto, a novela teve grande repercussão por retratar o Brasil da Ditadura Militar, despertando assim a consciência política no brasileiro.
Essa novela trouxe também repercussões mundiais para a teledramartugia brasileira, porque foi à primeira novela brasileira a ser vendida para o exterior, começando pelo México e chegando à América Latina.

Arnaldo Jabor: uma visão apimentada


Formado no ambiente do Cinema Novo, foi um membro da segunda fase do movimento, que buscava analisar a realidade nacional, inspirando-se no neo-realismo italiano e na Nouvelle Vague francesa. Seu primeiro longa foi o inovador documentário Opinião Pública (1968), uma espécie de mosaico sobre como o brasileiro olha sua própria realidade.

O próximo filme foi um dos grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro: Toda Nudez Será Castigada (1973). Com enfoque humano, a película não poupa críticas à hipocrisia da moral burguesa e de seus costumes. O filme seguinte, dessa vez adaptado de um romance de Nelson, é ainda mais forte nas suas investidas contra as deformidades comportamentais e sexuais da sociedade: O Casamento (1975). Já a película Eu Te Amo (1980), consagrou Paulo César Pereio e Sônia Braga no cinema, concentrando-se nas crises amorosas e existenciais de um homem e uma mulher. O próximo filme, Eu Sei que Vou Te Amar, com os jovens Fernanda Torres e Thales Pan Chacon na pele de um casal em crise, guarda semelhanças de forma e conteúdo com Eu Te Amo. Ambos os filmes foram sucessos de bilheteria.

Na década de 1990, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou na imprensa o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e, mais tarde, levou o estilo irônico com que comenta os fatos da atualidade brasileira para o Jornal Nacional, o Bom Dia Brasil e para a Rádio CBN.

A evolução tecnológica a serviço da imprensa


Para passar notícias a um grande número de pessoas, basta tansmiti-las na TV, jornais, revistas, internet e outros meios de comunicação rápidos. Esta afirmação, contudo, nem sempre foi uma verdade.Há pelo menos 100 anos toda esta agilidade que temos hoje na circulação de notícias não era possível devido a precariedade da forma de transmissão das notícias e dificuldade de trasmiti-las. A vertiginosa acesibilidade dos meios foi uma invenção como o telégrafo, os daquereótipos, a linotipo, as marinones, o cinematógrafo, o gramofone e que foram evoluindo com passar do tempo, Elas, como outras invenções, são tecnologias que invadiram a cena na transfomação da imprensa na virada do século XIX para o XX.

FOTOGRAFIA:A testemunha ocular da história!



No ano de 1839,em Paris, Daguerre faz aparecer sobre lãminas de metal incríveis miniaturas da vida real. Assim, surgia a fotografia.O processo de aparecimento das imagens consistia numa exposição à luz e após algum tempo de recolhimento numa câmara escura. Para a época, foi um verdadeiro milagre.
O Daguerreótipo, como ficou conhecido o invento, popularizou-se pelo mundo, chegando em 1840 ao Brasil,um ano após a sua criação. A partir da fotografia,os jornais e revistas introduzem imagens em seus conteúdos e o jornalismo passa a ter um importante complemento.

Fonte:Nosso Século(1900-1930)
Por:Yuri Oliveira

JN: o telejornal mais assistido do Brasil

O Jornal Nacional teve sua estréia no dia de 1º de setembro de 1969. Exibido pela TV Globo, foi o primeiro noticiário de televisão em rede transmitido ao vivo no país. O telejornal de maior audiência do país trata dos principais assuntos que ocorrem nacionalmente e no mundo. Ao longo de sua história, sofreu diversas acusações, como a de ter favorecido o candidato Fernando Collor de Mello no segundo turno do pleito eleitoral com Luiz Inácio Lula da Silva, em 1989.

Nos últimos anos, a linha editorial do JN demonstra uma preferência por reportagens produzidas no eixo Rio-São Paulo, apesar de ter emissoras afiliadas em todos os estados brasileiros. Aos 39 anos de existência, inúmeros apresentadores passaram pela bancada do JN. Os primeiros foram Hilton Gomes e Cid Moreira. Atualmente, o programa é comandado pelo casal Fátima Bernardes e Willian Bonner.

Atlântida



A Atlântida cinematográfica é fundada por Moacir Fenelon e José Carlos Burle, em 18 de setembro de 1941. Com estilo semelhante aos padrões hollywoodianos, a empresa buscou desde o início promover o desenvolvimento industrial do cinema brasileiro. Na década de 50, ela alcança seu auge e fica conhecida em todo o país através das chanchadas, os famosos filmes com temática carnavalesca e musical.




O Brasil e sua imprensa


A imprensa, representa um papel relevante na vida da população. Com o passar do tempo, as diversidades tecnológicas contribuíram para a sua maior expansão. Em diferentes momentos da história do Brasil, a imprensa desenvolveu-se como pôde, com os recursos disponíveis. Mesmo assim, fez-se presente nos principais momentos históricos, ao fazer com que acontecimentos fossem noticiados e documentou as transformações da sociedade.

Mais informações:www.canaldaimprensa.com.br/canalant/debate/doito/debate04.htm

Jornal do Commercio faz D. Pedro I abdicar do trono




Assim que surgiu, o Jornal do Commercio dedicou-se a publicar notícias de preços correntes, marítimas e movimento de importação e exportação. Editado Pierre René François Plancher de la Noé, jornalista francês, o jornal transformou-se em folha política e comercial no período da Independência, quando Pedro I, pressionado pelos portugueses fez concessões que poderiam prejudicar os brasileiros. Nese momento, o jornal não ficou neutro. Desde 1827, o Jornal do Commercio participou com a Aurora Fluminense, de Evaristo da Veiga, na propaganda e no preparo do movimento que culminaria na abdicação de Pedro I, em 7 de abril de 1831. Um exemplo cabal de repercussão jornalística. Crês?




Fonte: http://www.jornaldocommercio.com.br/


Eclética...primeira empresa de publicidade


Em 1914, foi fundada a primeira agência de publicidade brasileira na cidade de São Paulo. João Castaldi e Jocelyn Benaton foram os profissionais e agenciadores de anúncios dos jornais impressos da época – especialmente do jornal O Estado de S.Paulo. Eles fundaram a primeira agência de publicidade do país. A origem jurídica é a empresa Castaldi & Benaton e o seu nome funcional passou ser “A Eclética”, que desde maio de 1914 passou a operar profissionalmente com o campo da publicidade. A partir dela, comerciantes, leiloeiros e empresas cinematográficas descobriram o poder da publicidade.

Mais informações no livro Nosso Tempo: A Cobertura jornalística do século, Jornal da Tarde, Editora Klick, 1955.