O SILENCIAR DE UM RUGIDO

Quando foi idealizado por Simões Filho, o A TARDE se propunha a ser imparcial, sem ser indiferente aos embates de direito; neutro, mas sem se esquivar das controvérsias partidárias quando interessassem ao bem coletivo; ponderado, não provocando rixas pessoais, nem sujar a honra alheia, mas também não cederia um espaço à reação enérgica e viril. Todavia, quando o golpe militar de 1964 se apoderou do Brasil, o jornal passou a não divulgar os assuntos de interesse da população baiana, os embates dos estudantes que naquela época brigavam pelo direito à liberdade de expressão. A violência contra a classe estudantil ocorria sem que uma reportagem repercutisse os fatos. Ao contrário, o vespertino passou a divulgar os informativos do novo regime em suas páginas. Sabe-se que uma opção como esta foi a alternativa (talvez a única) de muitos veículos de comunicação para sobreviver durante os sombrios anos da ditadura militar, sem ser importunados pelos órgãos repressores. Porém, quando o A TARDE deixou de noticiar a perseguição às entidades operárias e estudantis e a situação que o povo baiano vivia naqueles anos, em detrimento das matérias que tratavam sobre os benefícios da modernização econômica advindos das decisões dos generais, o jornal serviu como ponte para a que os militares propagassem seus simbolismos dentro da Bahia.

DEBATES NA TV: COMO A EDIÇÃO MEXEU COM A VISÃO QUE TEMOS HOJE

Era a primeira vez que os brasileiros iriam às urnas escolher diretamente o presidente da República após o final da Ditadura. Em 1989 um pool formado com as quatro principais emissoras de TV no Brasil (Globo, Manchete, SBT e Bandeirantes), realizou no dia 14 de dezembro daquele ano, durante o segundo turno, um debate entre os candidatos Fernando Collor de Melo (PRN) e Luiz Inácio da Silva, o Lula (PT). O programa teve quase três horas de duração e várias farpas foram trocadas entre os presidenciáveis. Todo o país parou em frente aos televisores para assistir aquele momento que representava um marco para a democracia. Mas o que era para ser uma discussão das propostas de governo dos dois políticos se transformou em mais uma polêmica envolvendo a Rede Globo. No dia seguinte ao debate, o Jornal Hoje e o Jornal Nacional exibiram trechos do programa, em que parecia que o candidato do PRN teria se saído melhor em suas declarações. A direção do PT protestou contra a edição das matérias veiculadas nos dois telejornais, por achar que a emissora estava privilegiando Fernando Collor. A Globo se defendeu alegando que escolheu os melhores momentos do debate, mas os critérios de escolha se assemelhava à edição de uma partida de futebol. O resultado deste episódio maculou a imagem da emissora durante um tempo, e de certa maneira prejudicou o desempenho do candidato petista nas urnas. Por conta disto, hoje tanto a Rede Globo como outras emissoras de TV têm o cuidado de apenas mostrar os bastidores de debates eleitorais, a expectativa da população nas ruas e apenas mostrar a face de cada candidato, sem se ater às declarações destes durante o debate. Isto resguarda a emissora de possíveis processos e de novamente ter a imagem arranhada diante da opinião do público.

A GLOBO E A COBERTURA DAS DIRETAS JÁ

Em 1983, ainda sob o Regime Militar, diversos setores da sociedade brasileira se mobilizavam pela aprovação da emenda à Constituição, criada pelo então deputado Dante de Oliveira (PMDB-MT), que buscava garantir à população o direito ao voto para Presidente da República. Em várias cidades e capitais do país ocorriam comícios organizados por partidos oposicionistas, intelectuais e artistas, em que reuniam milhares de pessoas impulsionadas pela vontade de exercer plenamente a cidadania. Enquanto a mídia impressa e rádios já destacavam esta reação do povo contra o regime autoritário, a Globo não cobria o fato com a devida importância que ele apresentava. As primeiras reportagens citando os comícios pelas Diretas Já mostravam apenas o comportamento das pessoas chegando à espera do que seria “somente” um concerto musical em praça pública. Na época, a emissora se defendia que “não poderia mostrar em rede nacional a mobilização popular porque temia que uma ampla cobertura da TV pudesse se tornar um fator de inquietação nacional [...] Mas a paixão nacional foi tamanha que resolvemos tratar o assunto em rede nacional”. (palavras de Roberto Marinho). Mas era isso justamente o que o povo esperava de uma televisão com a maior audiência no país. Hoje, já vivendo 23 anos de redemocratização, perguntamos se toda aquela prudência (ou silêncio) com relação à cobertura das Diretas Já pela Rede Globo não foi por medo das retaliações dos generais, medo de perder a concessão, ou verdadeiramente terá sido a audiência que estava sendo perdida para outros veículos de comunicação na cobertura daquele evento tão importante para o país? O que estava em jogo: interesses empresariais, medo da censura ou a luta pela audiência? A resposta? Deixamos para os leitores fazerem uma reflexão.

ESCÂNDALO PROCONSULT: a mal-sucedida tentativa de fraude contra Brizola

Em 1982, foi realizada no país a primeira eleição direta para governadores, senadores, deputados, prefeitos e vereadores após a implantação do Regime Militar. Antes disso todas as escolhas eram indiretas, de acordo com os interesses do regime autoritário. Na época não existia um sistema de totalização eletrônico dos votos. As apurações eram manuais e demoravam vários dias para saber o resultado. O TSE não tinha um sistema de totalização próprio, por isso contratou empresas particulares para isto. Na maioria dos estados da nação este encargo ficou por conta da Serpro, mas no Rio de Janeiro, a fase final da apuração foi encarregada à Proconsult. Os candidatos a governador daquele estado eram Moreira Franco (PDS – apoiado pelos remanescentes do regime militar) e Leonel Brizola (PDT). As pesquisas anteriores à eleição apontavam grande vantagem para Brizola. Mas assim que começou a apuração no Rio de Janeiro, um clima tenso se instaurou naquele estado. A Rede Globo se pautava na central de dados preparada pelo jornal O Globo, que recebia as informações diretamente da Proconsult. Os dados denotavam a vitória de Moreira Franco. Porém a Rádio Jornal do Brasil demonstrava que o possível vitorioso seria Leonel Brizola. Um desencontro de informações e a morosidade nas apurações deixaram a população do Rio de Janeiro apreensiva e, principalmente o candidato Brizola, que levantou a hipótese de fraude nas eleições, acusando a TV Globo de estar mantendo certa tendência a Moreira Franco. Leonel Brizola fez declarações para a imprensa internacional insinuando um acordo de manipulação dos resultados contra ele. Tais declarações deixaram os dirigentes da Rede Globo em polvorosa e a obrigaram a abrir espaço para o candidato, numa entrevista bombástica. O TSE pediu a Polícia Federal que abrisse um inquérito para investigar as acusações e somente depois de muitos dias os eleitores souberam quem realmente estava na frente. No final, a apuração paralela feita pela Rádio Jornal do Brasil foi a que estava mais próxima dos resultados do TRE. Este caso, na época deixou a Globo em uma situação constrangedora diante da opinião pública, porque levantou à tona que o jornalismo da emissora não é tão imparcial quanto ela faz a população acreditar que é.

Lei de Imprensa

A Lei n° 5.250, mais conhecida como Lei de Imprensa, foi promulgada em 9 de fevereiro de 1967, e regula a liberdade de manifestaçoes do pensamento e de informação. O texto comporta sete capítulos e 77 artigos que constituem a "Lei Brasileira da Informação", incluindo os órgãos impressos e demais meios de divulgação, rádio, televisão e agências de informação, entre outros.
A lei implantada durante o regime militar é, atualmente, objeto de discussão das representações de profissionais da área do jornalismo e de sindicatos de empresas jornalísticas. A discussão gira em torno da necessidade de novas emendas e o atendimento a novas mídias, como o ciberespaço.
Fonte: Gisela Swetlana Ortriwano. A Informação no Rádio.Summus-São Paulo, 1985.p 73

Imprensa Alternativa

Lançado em 7 de julho de 1975, o jornal Movimento foi um dos mais influentes da imprensa alternativa da época. Juntamente com os jornais Opinião e O Pasquim, atuou durante a ditadura militar, reunindo diversos personagens da intelectualidade brasileira, como ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, Duarte Pereira, Perseu Abramo, Chico Buarque de Holanda, Fernando Peixoto e Elifas Andreato. Já o principal editor, foi o jornalista Raimundo Pereira.
O escritor e o jornalista Fernando Morais ressalta que a censura à imprensa no Brasil terminou, de fato, no dia 2 de junho de 1976, quando o general Ernesto Geisel retirou da redação da Revista VEJA e do jornal Movimento os últimos censores. Para alguns estudiosos, a decadência da imprensa alternativa começou com uma série de explosões de bombas em bancas de jornal, pois, sem jornaleiros dispostos a arriscar a própria vida, esta não pôde mais resistir e, finalmente, acabou. Mas para muitos, hoje a imprensa alternativa ainda é possível, principalmente, com a ajuda da internet.

Um jornal para Juazeiro



Em 24 de dezembro de 1972, Paganini Nobre Mota fundou o jornal Tribuna do Povo para circular na cidade de Juazeiro-Bahia e norte do Estado da Bahia. Mas como a população sempre chegava à livraria Pirelli e dizia: ‘me dê o Jornal de Juazeiro’, Paganini resolveu mudar o nome para Jornal de Juazeiro. Mas esta não foi a única mudança. Com o decorrer dos anos e o desenvolvimento da região, o Jornal passou a chama-se Diário da Região.

No início, a redação e o escritório funcionavam em Juazeiro-BA, na Rua Goés Calmon, porém era impresso na EDINORTE (Editora Norte Ltda) em Feira de Santana-BA. Circulava em Juazeiro-BA, Petrolina-PE e mais 30 municípios. Em 1975, a sede é transferida para a Travessa Dr. Edson Ribeiro, e o Jornal passa a ser impresso aqui na cidade, pela gráfica Gutemberg.

Em 1980 há uma última mudança, deslocando a sede para a Rua Eduardo Brito, onde permanece até hoje. A partir de 1981, o Jornal passa a ser impresso pela Gráfica Inês. Na década de 80, era o único impresso da região a ter sede própria, oficina com sistema off-set e o próprio parque gráfico construído em 15 de julho de 81.

O Primeiro Jornal Impresso do Brasil


A Gazeta foi o primeiro jornal publicado em terras brasileiras. Começou a circular em 10 de setembro de 1808, no Rio de Janeiro. Embora a imprensa já tivesse nascido oficialmente no Brasil em 13 de maio, com a criação da Imprensa Régia, seu início foi marcado pela primeira edição do periódico. Alguns meses antes de o governo português publicar seu jornal, Hipólito José da Costa lançou o Correio Brasiliense, em primeiro de julho de 1808, impresso em Londres e circulando clandestinamente no Brasil. A Gazeta deixou de circular em 1822, com a Independência do Brasil e a maior liberdade de imprensa.

BOCA DO INFERNO.

O jornal alternativo "Boca do Inferno" surgiu em julho de 1976 na cidade de Salvador, e circulou até outubro do mesmo ano. Nesse período, o regime vivia uma progressiva distenção política ainda controlada pelo governo militar. Em Salvador, profissionais influenciados pelo jornalismo criativo de outros periódicos alternativos e que não se identificavam com a linguagem tradicional da grande imprensa, lançaram-se na aventura de criar um novo veículo.
O "Boca" representou um centro de articulação de forças heterogêneas que integrou jornalistas, poetas, fotógrafos, desbundados e ex-militantes, cujo objetivo final era preservar a criatividade e uma relação viva com realidade social.
Fonte: Gustavo Falcon (org). In: Os baianos que rugem. A imprensa alternativa na Bahia. Salvador, Edufba.

Movimento contra a ditadura militar


Fundado há 33 anos, o jornal Movimento foi criado para unir a resistência popular contra a ditadura militar. Tornou-se instrumento democrático das bandeiras que passavam a ser empunhadas pelas massas. Ficou em circulação durante pouco mais de cinco anos, mas deixou sua marca vigorosa na crônica política, jornalística e social de nosso país.

Imprensa Alternativa: Jornal Opinião


Considerado um dos mais influentes jornais alternativos durante o regime militar, Opinião foi lançado em São Paulo, em 1972. No período que circulou, fez um jornalismo investigativo e nacionalista, sempre em defesa da democracia brasileira. Por causa dessa postura, foi também um dos veículos mais perseguidos pelos censores da ditadura, que deram plantão na sua redação de Janeiro de 1973 a Abril de 1977. Opinião deixou de circular em 1978.

Milton Viola dos Santos- O MILLÔR

Millôr Fenandes nasceu em 16 de agosto de 1923 no Méier subúrbio do Rio de Janeiro. No ano seguinte, no dia 27 de maio de 1924, foi registrado com o nome de Milton Viola dos Santos. Devido à certidão de nascimento ter sido escrita à mão, não era possível entender o seu verdadeiro nome. Daí então, todos o chamavam de Millôr. Lançou a revista PIF PAF em maio de 1964, um dos diversos jornais alternativos ds décadas de 60 e 70, onde fazia um jornalismo satírico e de humor, estilo que mantém até hoje. Atualmente, trabalha para a revista VEJA publicando crônicas e charges.

MÁQUINA ENIGMA


Enigma foi como ficou conhecida a máquina eletromecânica de criptografia com rotores, utilizada tanto para a criptografar como para a descriptografar mensagens secretas. Usada de diversos formas na Europa a partir dos anos 1920, ela ganhou visibilidade com os nazistas em 1930, pois eles consideravam um sistema imbatível de codificação fazendo milhões de combinações juntando letras e símbolos podendo só ser decifrado com outra máquina. Mas mesmo assim com tantos enigmas, os nazistas não conseguiram vencer os aliados durante a segunda guerra mundial.



Mais informações: NOSSO TEMPO:A cobertura jornalística do século, Jornal da Tarde. Ed. Klick. 1995.

Revista O Malho



Em 1902, começa a circular no Rio de Janeiro a revista humorística “O Malho”, cujo alvo predileto era os políticos da, então, capital federal. A revista nunca poupava suas ironias e sátiras com relação às figuras ilustres do governo. A revista conseguiu reunir em suas páginas os principais cartunistas da época, como Ângelo Agostine. O Malho beneficiou-se bastante com a decisão dos Correios em entregar jornais e revistas por via postal, conquistando um grande público.




Mais informações: NOSSO TEMPO: A cobertura jornalistica do século, Jornal da Tarde, Ed. Klick, 1955


O primeiro fanzine do Brasil

A palavra fazine vem da contração de duas palavras inglesas e significa literalmente 'revista do fã' (fanatic magazine). Para alguns estudiosos, fanzine é somente a publicação que traz textos, informações e matérias sobre algum assunto. Esse gênero se disseminou de tal forma que, hoje, engloba todo tipo de publicação que tenha caráter amador, feita sem intenção de lucro e pela simples paixão pelo assunto enfocado. Porém, se trouxer produções artísticas inéditas é caracterizado como revista alternativa.
No Brasil, o primeiro fanzine foi Ficção, criado por Edson Rontani, em Piracicaba (SP), em 1965. Nesta época, usava-se o termo "boletim" para designar as publicações amadoras. O termo fanzine só começou a ser usado a partir de meados da década de 70. A motivação de Edson Rontani foi manter contato com outros colecionadores de revistas de quadrinhos para venda e troca de revistas. Mas já no primeiro número, Edson coloca diversos textos informativos e uma importantíssima relação das revistas de quadrinhos publicadas no Brasil desde 1905.


Leia mais em: http://kplus.cosmo.com.br

Klaxon: uma revista a serviço das idéias modernistas

Em 1922, logo após a Semana de arte Moderna, foi fundada em São Paulo a revista Klaxon: mensário de arte moderna. Altamente inovadora no campo gráfico e visual, a revista constituiu-se no principal veículo difusor das novas tendências estéticas apontadas pela Semana. Com a colaboração de escritores como Mário e Oswald de Andrade, Menotti del Picchia, Guilherme de Almeida e Sérgio Milliet, Klaxon teve vida curta, não ultrapassando os nove números.
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Fonte: CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Tereza Cochar. Literatura brasileira. 2. ed. São Paulo: Atual, 2000.

Vídeo-arte


O mundo dos espetáculos e das artes se beneficiou com o desenvolvimento das técnicas de vídeo. O surgimento do campo artístico denominado vídeo-arte se concentra na manipulação de imagens e sons para criar composições genericamente conhecidas como vídeo-instalações ou vídeo-performances, nas quais se costuma usar diversos monitores para a projeção de imagens coordenadas.

Fonte: Enciclopédia Barsa

Comunicação Alternativa: Contra-hegemonia e mídia alternativa no século XXI

O papel da mídia radical pode ser visto como o de tentar quebrar o silêncio, refutar as mentiras e fornecer a verdade. Esse é o modelo da contra-informação, que tem um forte elemento de validade, especialmente sob regimes opressores e extremamente reacionários. "A mídia radical tem a missão não apenas de fornecer ao público os fatos que lhe são negados, mas também pesquisar novas formas de desenvolver uma perspectiva de questionamento do processo hegemônico e fortalecer o sentimento de confiança do público em seu poder de engendrar mudanças construtivas", conforme defende John Downing. O pesquisador norte-americano é autor do livro Mídia Radical – Rebeldia nas Comunicações e Movimentos Sociais, publicado no Brasil pela Editora Senac.

Site: www.google.com.br

2-5499 Ocupado




Esse foi o nome dado a primeira telenovela diária da televisão brasileira, adaptada de um original argentino. Protagonizada por Glória Menezes e Tarcísio Meira, foi ao ar em 1963. No ano seguinte, foram adaptados diversos títulos argentinos, mexicanos e cubanos. Nessa primeira fase, a mais importante autora de telenovelas foi Ivani Ribeiro, que escreveu sucessos como “Alma Cigana” (1964) e “A Deusa Vencida” (1965). A novela era gravada ao vivo na TV Tupi e não escondia suas deficiências, obtendo grande êxito a partir de 1964 com a versão televisiva da radionovela “O direito de Nascer”.

Fonte: Enciclopédia Barsa

Inah Torres


De cabelos brancos, aos 75 anos, jornalista, radialista e com muita história pra contar, Inah Torres é uma das profissionais que fizeram e ainda fazem história na imprensa do Vale São Francisco. Começou na rádio aos 14 anos de idade e, desde então, não parou mais. Na área de jornalismo impresso, trabalhou no "Pharol" do saudoso João Ferreira Gomes; no Jornal de Juazeiro, atual Diário da Região e, atualmente, faz a coluna social do Gazzeta do São Fancisco. No rádio, passou pela Emissora Rural e está há 26 anos na Grande Rio Am com o programa "Em Sociedade".

CoReS Na TeLeNoVeLa BrAsiLeiRa



O Bem Amado foi à primeira telenovela a cores, exibida em 1973 pela Rede Globo.
Sem dominar ainda a nova técnica, a TV Globo explorou o novo colorido da telinha usando cores berrantes nos figurinos e cenários da trama.
Além de pioneira nesse aspecto, a novela teve grande repercussão por retratar o Brasil da Ditadura Militar, despertando assim a consciência política no brasileiro.
Essa novela trouxe também repercussões mundiais para a teledramartugia brasileira, porque foi à primeira novela brasileira a ser vendida para o exterior, começando pelo México e chegando à América Latina.

Arnaldo Jabor: uma visão apimentada


Formado no ambiente do Cinema Novo, foi um membro da segunda fase do movimento, que buscava analisar a realidade nacional, inspirando-se no neo-realismo italiano e na Nouvelle Vague francesa. Seu primeiro longa foi o inovador documentário Opinião Pública (1968), uma espécie de mosaico sobre como o brasileiro olha sua própria realidade.

O próximo filme foi um dos grandes sucessos de bilheteria do cinema brasileiro: Toda Nudez Será Castigada (1973). Com enfoque humano, a película não poupa críticas à hipocrisia da moral burguesa e de seus costumes. O filme seguinte, dessa vez adaptado de um romance de Nelson, é ainda mais forte nas suas investidas contra as deformidades comportamentais e sexuais da sociedade: O Casamento (1975). Já a película Eu Te Amo (1980), consagrou Paulo César Pereio e Sônia Braga no cinema, concentrando-se nas crises amorosas e existenciais de um homem e uma mulher. O próximo filme, Eu Sei que Vou Te Amar, com os jovens Fernanda Torres e Thales Pan Chacon na pele de um casal em crise, guarda semelhanças de forma e conteúdo com Eu Te Amo. Ambos os filmes foram sucessos de bilheteria.

Na década de 1990, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou na imprensa o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e, mais tarde, levou o estilo irônico com que comenta os fatos da atualidade brasileira para o Jornal Nacional, o Bom Dia Brasil e para a Rádio CBN.

A evolução tecnológica a serviço da imprensa


Para passar notícias a um grande número de pessoas, basta tansmiti-las na TV, jornais, revistas, internet e outros meios de comunicação rápidos. Esta afirmação, contudo, nem sempre foi uma verdade.Há pelo menos 100 anos toda esta agilidade que temos hoje na circulação de notícias não era possível devido a precariedade da forma de transmissão das notícias e dificuldade de trasmiti-las. A vertiginosa acesibilidade dos meios foi uma invenção como o telégrafo, os daquereótipos, a linotipo, as marinones, o cinematógrafo, o gramofone e que foram evoluindo com passar do tempo, Elas, como outras invenções, são tecnologias que invadiram a cena na transfomação da imprensa na virada do século XIX para o XX.

FOTOGRAFIA:A testemunha ocular da história!



No ano de 1839,em Paris, Daguerre faz aparecer sobre lãminas de metal incríveis miniaturas da vida real. Assim, surgia a fotografia.O processo de aparecimento das imagens consistia numa exposição à luz e após algum tempo de recolhimento numa câmara escura. Para a época, foi um verdadeiro milagre.
O Daguerreótipo, como ficou conhecido o invento, popularizou-se pelo mundo, chegando em 1840 ao Brasil,um ano após a sua criação. A partir da fotografia,os jornais e revistas introduzem imagens em seus conteúdos e o jornalismo passa a ter um importante complemento.

Fonte:Nosso Século(1900-1930)
Por:Yuri Oliveira

JN: o telejornal mais assistido do Brasil

O Jornal Nacional teve sua estréia no dia de 1º de setembro de 1969. Exibido pela TV Globo, foi o primeiro noticiário de televisão em rede transmitido ao vivo no país. O telejornal de maior audiência do país trata dos principais assuntos que ocorrem nacionalmente e no mundo. Ao longo de sua história, sofreu diversas acusações, como a de ter favorecido o candidato Fernando Collor de Mello no segundo turno do pleito eleitoral com Luiz Inácio Lula da Silva, em 1989.

Nos últimos anos, a linha editorial do JN demonstra uma preferência por reportagens produzidas no eixo Rio-São Paulo, apesar de ter emissoras afiliadas em todos os estados brasileiros. Aos 39 anos de existência, inúmeros apresentadores passaram pela bancada do JN. Os primeiros foram Hilton Gomes e Cid Moreira. Atualmente, o programa é comandado pelo casal Fátima Bernardes e Willian Bonner.

Atlântida



A Atlântida cinematográfica é fundada por Moacir Fenelon e José Carlos Burle, em 18 de setembro de 1941. Com estilo semelhante aos padrões hollywoodianos, a empresa buscou desde o início promover o desenvolvimento industrial do cinema brasileiro. Na década de 50, ela alcança seu auge e fica conhecida em todo o país através das chanchadas, os famosos filmes com temática carnavalesca e musical.




O Brasil e sua imprensa


A imprensa, representa um papel relevante na vida da população. Com o passar do tempo, as diversidades tecnológicas contribuíram para a sua maior expansão. Em diferentes momentos da história do Brasil, a imprensa desenvolveu-se como pôde, com os recursos disponíveis. Mesmo assim, fez-se presente nos principais momentos históricos, ao fazer com que acontecimentos fossem noticiados e documentou as transformações da sociedade.

Mais informações:www.canaldaimprensa.com.br/canalant/debate/doito/debate04.htm

Jornal do Commercio faz D. Pedro I abdicar do trono




Assim que surgiu, o Jornal do Commercio dedicou-se a publicar notícias de preços correntes, marítimas e movimento de importação e exportação. Editado Pierre René François Plancher de la Noé, jornalista francês, o jornal transformou-se em folha política e comercial no período da Independência, quando Pedro I, pressionado pelos portugueses fez concessões que poderiam prejudicar os brasileiros. Nese momento, o jornal não ficou neutro. Desde 1827, o Jornal do Commercio participou com a Aurora Fluminense, de Evaristo da Veiga, na propaganda e no preparo do movimento que culminaria na abdicação de Pedro I, em 7 de abril de 1831. Um exemplo cabal de repercussão jornalística. Crês?




Fonte: http://www.jornaldocommercio.com.br/


Eclética...primeira empresa de publicidade


Em 1914, foi fundada a primeira agência de publicidade brasileira na cidade de São Paulo. João Castaldi e Jocelyn Benaton foram os profissionais e agenciadores de anúncios dos jornais impressos da época – especialmente do jornal O Estado de S.Paulo. Eles fundaram a primeira agência de publicidade do país. A origem jurídica é a empresa Castaldi & Benaton e o seu nome funcional passou ser “A Eclética”, que desde maio de 1914 passou a operar profissionalmente com o campo da publicidade. A partir dela, comerciantes, leiloeiros e empresas cinematográficas descobriram o poder da publicidade.

Mais informações no livro Nosso Tempo: A Cobertura jornalística do século, Jornal da Tarde, Editora Klick, 1955.

Hollywood é aqui




Em 1949 a companhia Vera Cruz iniciou suas atividades como empresa produtora de filmes nacionais. A maior produtora de cinema já montada foi uma iniciativa de Franco Zampari, fundador do TBC, e Ciccillo Matarazzo do MAM. A Vera Cruz chegou a produzir 22 filmes dentre eles O Cangaceiro, Sai da frente, que lançou Mazzaropi.

Mais informações no livro Nosso Tempo: A Cobertura jornalística do século, Jornal da Tarde, Editora Klick, 1955

As Rádios FMs no Brasil


As Rádios FMs apareceram na década de 60. A princípio, foram ultilizadas pela ditadura militar para promover a alienação popular. Com suas programações musicais bem elaboradas, a popularidade cresceu e conquistou o gosto dos jovens da época. Consequentemente nos anos 70, aconteceu a segmentação das rádios FMs em estilos musicais, tornando-as uma realidade brasileira e de grande sucesso até hoje.

Imprensa Nacional com papel cultural


Na tenra idade da imprensa brasileira, que se estendeu de 1808 até a Proclamação da Independência (1822), surgiu a Imprensa Nacional, com 12 oficinas tipográficas em várias províncias. A criação da Impressão Régia difundiu a cultura, o que resultou na promoção da civilização brasileira pela circulação de idéias. Também foi fundamental na criação do Estado brasileiro.

Leia mais em : http://portal.in.gov.br/in/imprensa1/a-imprensa-nacional/

FATOS DO VALE


A Revista Fatos do Vale circulou pela cidade de Juazeiro em meados dos anos 80. Com publicação bimestral, a primeira edição de Julho/Agosto de 1985 foi em comemoração aos 107 anos de emancipação política de Juazeiro. O lema da revista era "O Vale do São Francisco de ponta a ponta." Pretendia cobrir as notícias desde as cabeceiras do Velho Chico em Minas Gerais, até a foz em Alagoas.

Com informações que iam de política até utilidade pública de várias cidades ribeirinhas, a revista era bastante diversificada.

O seu editor-chefe,Wilson Dias da Silva,além de jornalista,é também escritor de três livros: História da Imprensa Juazeirense(1982), Remeiros do São Francisco(1983) e Velho Chico_ Sua Vida, Suas lendas e Sua história(1985).

Mais informações:

Acervo de Maria Franca Pires, localizado no DTCS-Departamento de Ciências Sociais do Campus III da Uneb em Juazeiro- Bahia.


http://www.wilsondiasmemorias.blogspot.com/


Por: KAREM MORAES.

Cid Carvalho o homem de muitas faces

Baiano da cidade de Remanso, Cid Carvalho nasceu em 25 de agosto de 1904. Foi um grande nome do jonalismo de Petrolina tendo trabalhado em diversos jornais como "O Direito", " O Eco" e O Pharol". Ele ajudou a fundar o jornal "O Sertão" que teve sua última tiragem em maio de 1972,sob sua direção. Além dessas participações em jornais em Petrolina e Juazeiro, Cid Carvalho foi sócio efetivo da Associação de Imprensa de Pernanbuco (AIP) e assessor de imprensa e relações públicas em 1977 convidado pelo, então prefeito de Petrolina, Diniz de Sá Cavalcante. Além de um homem envolvido no mundo do jornalismo, Cid Carvalho foi escritor, poeta entre outras funções. Esta grande personalidade jornalística morreu em 31 de janeiro de 2002.

Literatura de Cordel: midia em evoluçao


A literatura de cordel - poesia popular impressa em folhetos e vendida em feiras ou praças como é conhecida no Brasil até hoje -, teve origem em Portugal, por volta do séc. XVII. Elas se popularizaram como folhas volantes (ou folhas soltas) vendidas por cegos nas feiras, ruas, praças ou em romarias, presas a um cordel ou barbante, para facilitar suas exposição aos interessados. Difundidos por toda a Europa, essa forma popular de literatura, chamada “de cordel”, foi transladada para o continente americano pela ação de seus descobridores espanhóis e portugueses.

Nos estados da Bahia ao Pará, a literatura de cordel contribuiu para difundir a organização da sociedade patriarcal, o surgimento da manifestações messiãnicas, bando de cangaceiros ou bandidos, as secas periódidas, entre outros.
Com a modernidade, muitos costumes antigos desapareceram, mas a literatura de cordel resistente, mantém-se viva até hoje, concorrendo com a rádio, o cinema e a televisão, para o entretenimento do povo nas praças, ruas, feiras, mercados ou em qualquer lugar em que haja um cantador e sua viola .
por: Ladjane Davi e Louise Farias

RevIsTa dE MoDA MAiS ImPoRtAnTe dO MuNdO


Originalmente publicada pela editora norte-americana Condé Nast, a VOGUE se tornou a revista mais importante do mundo. Atualmente, circula em 13 países com edição própria: Alemanha, Austrália, Espanha, China, França, Itália, Reino Unido, México,Taiwan, Brasil, Estados Unidos, Portugal e Índia. No Brasil, a edição lançou-se em maio de 1975 e é editada pela Carta Editorial. Quando criada, a VOGUE despertou bastante impacto pois alegavam que não haviam anunciantes interessados na revista. Era considerada sofisticada, de alta qualificação, e que não sobreviveria no mercado. Hoje, apresenta um diferencial gráfico com design moderno, avançado e revela tendências nacionais e internacionais do fantástico mundo da MODA.


postado por:Luma Ribeiro


DINOSSAURO EM SOBRADINHO???

A Divulgadora Alvorada, com mais de trinta anos de existência na cidade de Sobradinho-Bahia, pode ser considerada um verdadeiro dinossauro da comunicação em virtude da sua resistência e quase nenhuma atualização tecnológica. Com apenas três bocas de som, distribuídas em postes no centro comercial da cidade, a D.A faz-se um fenômeno histórico por ainda ser o único e principal veículo de comunicação da cidade.
Sua proprietária, Maria da Paz Caetano, popular “Paizinha”, demonstra uma verdadeira lição de persistência e amor a um sonho alimentado na infância, (de ser locutora). Ela foi homenageada e imortalizada pela Câmara Municipal de Vereadores, que nomeou a principal avenida da cidade com o nome de Avenida Alvorada.

Postado por Lindomar Herculino

O gIBi BrAsileirO É BaIaNo!



Adolf Aizen se transformou em um dos nomes mais importantes para a divulgação e a evolução dos quadrinhos no nosso país. Nascido em Juazeiro-BA, aos 15 anos viajou para o Rio de Janeiro e decidiu ser jornalista. Em 1933, ingressou na Revista "O Malho" e, logo em seguida, na "Tico-tico", revista infantil com contos e ilustrações que era publicada desde 1905. Em 1933, ganhou uma viagem aos Estados Unidos e representou revistas e jornais do Brasil. Em 20 de junho de 1934, formou seu próprio jornal de quadrinhos em forma de tablóide, com histórias em preto e branco e coloridas. Em suas páginas, desfilaram o flash gordon, mandrake, x-9, tim e tom, entre outros.

Tv Digital

A Tv Digital chegou no Brasil no dia 2 de dezembro de 2007, às 20:48h , com o pronunciamento do Presidente da Republica. Inicialmente apenas a Grande São Paulo possuía as transmissões feitas pelo padrão japonês com algumas adaptações. A televisão de alta definição - HDTV- iniciou-se nos anos 70 através da rede pública de TV do Japão Nippon Hoso Kyokai (NHK).
Ela usa um modo de modulação e compresão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por um mesmo canal, podendo atingir alta qualidade na imagem, semelhante a TV a cabo.
Algumas emissoras a exemplo como a Record, Band e Rede Tv já exibem alguns programas em HD ( alta definição ). Com a Tv Digital, os famosos "fantasmas" que aparecem no televisor analógico desaparecem, áudios e vídeos são ausentes de ruídos e interferências. O usuário pode interagir livremente com os dados que ficam armazenados no seu receptor.

Cid Moreira: uma voz de sucesso


Cid Moreira começou na rádio Difusora, de Taubaté. Como sua voz era muito bonita e grave, ele foi convidado para ser locutor. Narrador dos documentários de cinema, ele apresentou o noticiário semanal Canal 100, de produção de Carlos Niemeyer. Em 1955, atuou como ator no filme Angu de caroço. Voltando a atuar no cinema, em 1958, como narrador no filme Traficantes do crime. Apresentou de 1969 a 1996 o Jornal Nacional, na Rede Globo de Televisão, sendo um recordista como locutor que mais tempo esteve à frente de um mesmo telejornal, no qual ficou conhecido como a voz padrão. A estréia do Jornal Nacional em 1 de setembro de 1969, foi apresentado junto com Hilton Gomes, que falou na abertura do telejornal, no auge da ditadura militar. Atualmente, faz a gravação da Bíblia na íntegra, além de narrar algumas matérias para o programa Fantástico. Os CDs bíblicos com sua locução alcançaram um imenso sucesso de vendas, chegando a 30 milhões de cópias. Hoje, aposentado da apresentação do noticiário de maior audiência do país, Moreira investe boa parte de seu tempo pesquisando textos religiosos num projeto ambicioso que envolve a gravação da Bíblia.
por: Ladjane Davi e Louise Farias

PM COMUNIDADE - Rádio Juazeiro


Exibido aos sábados na Rádio AM Juazeiro, das 10h30 às 11h30, o programa PM COMUNIDADE foi ao ar pela primeira vez no dia 11 de junho de 2005. Idealizado pelo Tenente Coronel PM Santiago e pelo Tenente PM Demétrio, Comandante e Assessor de Comunicação do 3º BPM de Juazeiro respectivamente, o programa tem o propósito de instituir um processo de interação entre a Polícia Militar e a comunidade juazeirense. Inicialmente, tinha apenas meia hora de duração, mas com a boa aceitação do público, em especial das mulheres, foi extendido para uma hora. A locução é feita pelo radialista Geraldo José, que aborda temas bastante variados como saúde, política, eventos festivos. O ouvinte participa ativamente por telefone fazendo críticas, tirando dúvidas e com sugestões, o que demonstra que o PM COMUNIDADE tem promovido a interação entre a Polícia Militar e a comunidade de Juazeiro-BA nesses mais de 3 anos no ar.

A Primeira Campanha Política


Joaquim José da silva Xavier, eternizado como Tiradentes, iniciou a prática das primeiras campanhas políticas para independência do Brasil. Sem a força da TV, do rádio e sem "marqueteiros", ele utilizou de cartazes e panfletos para fazer com que suas idéias chegassem a todos lares brasileiros. Tiradentes nem sabia ao certo o que era comunicação, mas já a exercia. O político foi enforcado, entretanto o País se tornou independente.

fonte: http://www.memoriadapropaganda.org.br/Expos/500Anos.html

Os quadrinhos chegam no Brasil



Em 1905, é lançada pela editora O Malho a revista Tico-Tico. Primeira revista em quadrinhos do país, contava com poucas tiras e os textos eram mandados para o Brasil e traduzidos. A revista publicava contos e páginas didáticas com brincadeiras e jogos de armar. Com o passar dos anos, O Tico-Tico foi enriquecendo suas páginas com colaborações de desenhistas brasileiros, lançando toda uma nova geração de quadrinhos nacionais.

Mais informações: Livro : NOSSO TEMPO; A cobertura Jornalistica do século, Jornal da Tarde, Editora Klick, 1995.

Nasce o primeiro desenho animado!!!



Em 1906, já se sabia que, ao se passar imagens em uma determinada velocidade e sucessões, dava-se a impressão que elas estavam em movimento contínuo. Foi nesse período que o cartunista James Stuart Blackton aplicou esta técnica a uma série de desenhos fotografados. O resultado dessa experiência foi considerado por alguns especialista como um exemplo de cinema “puro”.

Mais informações: NOSSO TEMPO: A cobertura Jornalistica do século, Jornal da Tarde, Editora Klick, 1995.

PRIMEIRO FESTIVAL DE MÚSICA POPULAR BRASILEIRA


O primeiro Festival de Música Popular Brasileira foi realizado em 1965 pela emissora Excelsior, sendo um sucesso absoluto.

A canção vencedora do primeiro festival foi “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinícius de Morais. Mas a grande novidade seria a novata Elis Regina. Por conta de sua inusitada atuação no palco, Elis ganharia o prêmio de melhor intérprete daquele ano.

A Excelsior produziu uma segunda edição do festival no ano seguinte. A música vencedora foi “Porta – Estandarte”, de Geraldo Vandré e Fernando Lona. No entanto, foi o ano de 1967 que se apresentou como a era do festival, época em que passou a ser vinculado por outras emissoras e ter projeção internacional.


Maiores informações em: http://www.telehistoria.com.br/

Veja: um periódico brasileiro

A Veja foi publicada pela Editora Abril em 1968. Hoje, é a revista semanal de maior circulaçao no Brasil e a quarta maior do mundo. Criada pelos jornalistas Victor Civita e Mino Carta, tem tiragem superior a um milhão de exemplares e aborda temas a respeito do cotidiano da sociedade brasileira e mundial, como política, economia, cultura, comportamento e guerras, bem como conflitos e negociações diplomáticas. Seus textos são elaborados em sua maior parte por jornalistas, porém nem todas as seções são assinadas. A revista apresenta seções fixas sobre cinema, literatura, música e guias práticos sobre assuntos diversos. A imparcialidade da Veja é freqüentemente alvo de críticas e entre seus maiores críticos estão os jornalistas Luis Nassi e Mino Carta. Ambos travam disputas judiciais com a revista e seus colunistas (em especial, Diogo Mainardi) em relação às acusações feitas, por ambas as partes.

Revista O Cruzeiro


Considerada a principal revista ilustrada do Brasil no século XX, O Cruzeiro fez parte do império midiático de Assis Chateaubriand, os Diários Associados. De periodicidade semanal, sua primeira edição chegou às bancas em 10 de novembro de 1928, com assuntos variados, como cinema e a vida dos astros de Hollywood, esportes, charges, política, saúde, entre outros. Primeira revista brasileira a ter circulação nacional, O Cruzeiro tinha correspondentes por todo o Brasil, assim como internacionais. Misturando realidade e ficção em seu conteúdo, introduziu novos meios gráficos e visuais na imprensa brasileira, a exemplo do fotojornalismo, principal corrente editorial da época. Sua maior tiragem, 720 mil exemplares, aconteceu em 1954, na cobertura da morte do presidente Getúlio Vargas. A última edição foi publicada em junho de 1975, com Pelé vestido de Tio Sam na capa. Vários fatores influenciaram para a decadência de O Cruzeiro, entre eles a ascensão de novos conglomerados, o surgimento de outras publicações (como a revista MANCHETE) e o regime militar.

Você sabe quem realmente inventou o rádio?


O italiano Guglielmo Marconi é considerado o inventor do rádio, mas a história poderia ter tomado rumos diferentes. No Brasil, um padre chamado Roberto Landell de Moura fez suas primeiras experiências de radiodifusão em 1892, três anos antes de Marconi. Usando uma válvula amplificadora com três eletrôdos de sua invenção, ele foi o pioneiro a transmitir e receber a palavra humana através do espaço e a grandes distâncias, sem a utilização de fios. Tal experiência deu ao padre Landell fama de louco, bruxo, herege e ainda resultou na invasão de sua casa e a destruição completa de seus inventos.
Landell não se deixou abater e recomeçou. Em 1902, foi embora do Brasil para Nova York, e lá aperfeiçoou seus conhecimentos. Suas descobertas foram consideradas tão revolucionárias que para obter as patentes de suas invenções como o transmissor de ondas, o telefone e o telégrafo sem fio, Pe. Landell teve que fazer um modelo de cada uma delas para demonstração. De volta ao Brasil em 1905, ele pretendia doar seus inventos para o governo brasileiro, e mais uma vez foi desacreditado e chamado de louco. Eis aí a injustiça feita a esse brasileiro que tanto lutou pelas suas idéias e que poderia ter dado ao Brasil o orgulho de ser “a pátria mãe do rádio”.

JORNAL DO BRASIL: Monarquia e Populismo

O Jornal do Brasil foi fundado em 9 de abril de 1891 por Rodolfo Santana no Rio de Janeiro, e se mostrou ao lado do povo nas pequenas lutas populares. Esta postura o fez ganhar dinâmica própria e transformou o periódico num espaço privilegiado para a divulgação, junto à classe média urbana, de valores, imagens e elementos da cultura popular do Rio de Janeiro, que seriam posteriormente absorvidos em novas visões hegemônicas da cultura e da identidade brasileiras. Desta forma, o Jornal do Brasil contribuiu para a formação de uma geração de intelectuais, profissionais e simpatizantes das manifestações culturais populares.

Apesar da postura populista, o Jornal do Brasil mantinha um espírito monarquista. Os noticiários sobre monarquias estrangeiras eram constantes, mas também curiosidades do gênero “as rainhas enfermeiras”, sobre mulheres que cuidaram de reis doentes, em 28 de setembro de 1902).

Portanto, a linha editorial de reverência à cultura, o populismo e o monarquismo preparou o futuro da cultura brasileira, ajudando a formar as bases de uma ideologia nacional e popular predominante.

O Estado de São Paulo




No dia 4 de janeiro de 1875, era fundado o jornal A Província de São Paulo, seguindo ideais de um grupo republicano. Por ter sido pioneiro em vendas avulsas, o jornal era ridicularizado pelos concorrentes. Inicialmente composto por 4 páginas, possuía uma tiragem de 2.025 exemplares.



No dia 31 de dezembro de 1889, após a queda da Monarquia e a instituição da República no Brasil, ganhou o nome de O Estado de São Paulo. Atualmente, é o quarto jornal de maior circulação no Brasil, com média diária de 250 mil exemplares e o primeiro na Grande São Paulo com média diária de 159,9
mil exemplares.
Fonte: Wikipédia
Postado por: Isabella Mendes & Felipe Pereira

Xou da Xuxa!

Com apenas 15 anos de idade, Xuxa foi convidada pelo diretor Maurício Shermann para apresentar o Clube da Criança, na extinta TV Manchete. Neste período, trabalhava como modelo durante a semana, em Nova York, e gravava o "Clube" nos finais de semana. O carisma e a beleza de Xuxa, assim como o jeito moleca e diferente de apresentar um programa infantil, chamaram a atenção e em 1986 ela estreou o primeiro programa diário com seu nome: O Xou da Xuxa, na TV Globo. O programa marcou uma geração. Crianças do Brasil inteiro corriam para tomar o café-da-manhã ao som da música "Quem quer pão". Xuxa chegava em uma nave cor-de-rosa, que despertava nas crianças o sonho de voar ao lado dela. Outro símbolo da época era o "beijinho da Xuxa", feito com batom, que deixava a "marquinha" da apresentadora. O Xou da Xuxa era a hora do recreio. Além de divertir, a apresentadora sempre passou mensagens positivas para o público, como a frase "Querer, poder e conseguir!", "Corra atrás do seu sonho", "A droga é uma droga", e muitas outras. Ao todo, foram sete anos de programa e, neste periodo, Xuxa colecionou 139 discos de ouro, 52 de platina e 10 de diamante – o que significa mais de 14 milhões de cópias vendidas.



TV Excelsior


A TV Excelsior foi fundada em São Paulo no ano de 1960, depois que o empresário Victor Costa, dono de outros meios de comunicação, comprou a Rádio Excelsior, a qual detinha uma concessão para instalação de uma emissora de televisão.

O projeto empreendedor contou com a parceria do empresário José Mourão, um dos maiores produtores de café do Brasil. A principal característica que diferenciava a TV Excelsior das demais era sua organização administrativa, já que os donatários dispunham de muito dinheiro.

A Excelsior ficou conhecida como uma emissora nacionalista, por enfatizar temas nacionais nas programações.


Maiores informaçôes em: http://www.telehistoria.com.br/

SEDICA

O Setor Diocesano de Comunicação e Audiovisual (SEDICA) da Diocese de Juazeiro surgiu no início dos anos 70, com o intuito de levar vez e voz às comunidades mais carentes da região, atuando na produção de programas de rádio.

Uma das mais antigas atrações produzidas pelo Sedica é o programa “Participação e Comunhão”, que vai ao ar de segunda a sexta a partir das 6:45, pela Rádio Cidade AM.

BBC DE LONDRES E DO MUNDO

A BBC (British Boadcasting Corporation) é um estabelecimento autônomo criado em 1927 em Londres. Não é uma empresa estatal nem privada, mas é um bem público, financiado por uma taxa cobrada de cada domicílio que possui televisão. Seus lucros e receitas são oriundos do Foreign Office (Ministério de Assuntos Estrangeiros), por seu serviço mundial e venda de suas produções.
A BBC conta com duas cadeias gerais de televisão hertzianas; seis cadeias digitais pelo suporte TNT freeview, cabo e satélite; cinco cadeias de rádios nacionais, cinco redações de rádios digitais e perto de 40 estações locais que detêm 55% dos índices de audiência.
Ela transmite seus programas em 33 idiomas, recebidos por 180 milhões de espectadores mundo a fora, inclusive para o Brasil, que conta com um de seus 40 escritórios permanentes espalhados pelo mundo, fora do Reino Unido, há mais de 70 anos.

A mulher na revista O Cruzeiro


O retrato da mulher na revista O Cruzeiro (1928-1945) era de um mundo cheio de glamour. Mascarava-se a realidade com fantasias a partir de informações oriundas de Hollywood, e vendia a idéia de uma nova mulher, principalmente com a publicidade de produtos de beleza. Dirigida por Assis Chateaubriand, a revista tinha uma tiragem de 700 mil exemplares na década de 1960 e um público de 4 milhões de leitores. No entanto, as revistas brasileiras direcionadas para o público feminino não mudaram muito o seu formato, pois o que se aborda hoje é o mundo fantasioso das telenovelas, o qual as mulheres imitam as estrelas com a ajuda da publicidade de cosméticos, roupas, sapatos, etc.

Para maiores informações: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=383AZL002

Fantástico

Misturar jornalismo com entretenimento. Essa era a proposta da revista eletrônica que estreiou em rede nacional na TV Globo, em 5 de agosto de 1973. O programa sempre estava no ar aos domingos, misturando notícias diárias, internacionais, musicais, humor e teleteatro. O telespectador tinha em suas telas em preto e branco entretenimento e informação. Sempre sob a liderança de Cid Moreira, desde a estréia do seu primeiro domingo, o Fantástico está no ar há 25 anos, trazendo novidades e reportagens inéditas. Atualmente, Patrícia Poeta, Pedro Bial e Zeca Camargo apresentam o programa.

Cinema Novo: "Uma câmera na mão e uma idéia na cabeça"

Em 1952, jovens preocupados com o rumo do cinema no Brasil discutem no I Congresso Paulista de Cinema Brasileiro e I Congresso Nacional de Cinema Brasileiro novas idéias, novos elementos para a produção de filmes nacionais. Foi assim que surgiu o Cinema Novo, abordando temáticas de produções cinematográficas com mais realidade, mais conteúdo e menos custo.
O primeiro filme que inaugura essa nova fase do cinema é o Rio, 40 Graus (1955), de Nelson Pereira dos Santos. Posteriormente, outros nomes irão surgir, como Glauber Rocha; o Cinema Novo é marcado por três fases: de 1960 a 1964; de 1964 a 1968; e sua última fase de 1968 a 1972, com o filme Macunaíma, de Joaquim Pedro de Andrade.
Para maiores informações: http://www.webcine.com.br/historia5.htm

A voz do Brasil

O mais tradicional noticiário de rádio do país, a Voz do Brasil, está no ar há quase 70 anos, levando informação jornalística diária, sobretudo do Poder Executivo, aos mais distantes pontos do país. Em entrevista concedida à revista Comunicação Social, em abril de 1996, Fausto Faria, responsável pela edição do programa na época, afirma que a Voz começou a ser veiculada no dia 22 de julho de 1935, no governo Getúlio Vargas. A primeira edição foi apresentada pelo locutor carioca Luiz Jatobá.
Naquele período, chamava-se Programa Nacional. De 1934 a 1962, era levado ao ar com o nome de Hora do Brasil. A transmissão obrigatória do programa por todas as emissoras de rádio do país, em rede nacional, iniciou-se após 1938.

Emissora Rural, a primeira rádio de Petrolina-PE



A rádio FUNDAÇÂO EMISSORA RURAL A VOZ DO SÂO FRANCISCO foi inaugurada no dia 28 de Outubro de 1962 pelo então bispo de Petrolina, Dom Antônio Campelo de Aragão, com o apoio dos padres Mansueto de Lavour, Gonçalo Pereira Lima e José de Castro (padre Zequinha). Por ser uma empresa católica, tinha como objetivo servir de instrumento para a evangelização, além de formar culturalmente a população do nordeste brasileiro. Na época do golpe militar, a Emissora Rural sofreu muita pressão por causa do Programa “Educação de Base”, uma realização do MEB – Movimento de Educação e Base. Por meio de aulas ministradas através desse programa radiofônico, professoras e monitoras espalhadas por toda a região ensinaram muita gente a ler e a escrever. Nesses quase 46 anos de existência, muitos profissionais fizeram parte de seu cast, entre eles o locutor Carlos Augusto, hoje trabalhando em outra rádio da cidade. Seu atual presidente é o bispo de Petrolina Dom Paulo Cardoso. A Emissora Rural – A rádio de Maria que anuncia Jesus -, pode também ser ouvida através do site:

www.emissorarural.com.br

Informações sobre a radiofusão

"Depois do fogão, o rádio é o utensílio doméstico que os brasileiros mais têm em casa", assim dados do IBGE avalia a abrangência do eletrodoméstico na vida do brasileiro.

Entre 1992 a 1999, o percentual de casas com rádio pulou de 84,8% para 89,8%. Hoje, está presente em 38,5 milhões de domicílios. Segundo oIBGE, o homem do campo prefere o rádio à televisão.

Arte de um Fotodocumentarista



Fotográfo e poeta, Euvaldo Macedo Filho documentou entre os anos de 1975 à 1982 o cotidiano de um povo ribeirinho nas margens do Rio do São Francisco.

Tendo a câmera como suporte de um olhar atento, sua fotografia era uma visão crítica e lírica de aspectos da realidade são fraciscana. Ele buscou também nas fotografias a inspiração para suas poesias. Faleceu aos 30 anos, mas deixou um vasto legado poético e diversas reflexões como:

“Não importa se a foto será ou não publicada. O importante é a documentação, é o fotojornalismo como registro da história."

Euvaldo Macedo Filho


Jornal do Commercio: o diário mais antigo


É um dos jornais de maior credibilidade no Brasil sendo um importante noticiador do setor economico brasileiro. Fundado em 3 de abril de 1919 em Pernambuco constitue o mais antigo diario em circulaçao ininterrupta na mareica Latina até os dias atuais. O JC constitue o jornal de maior circulaçao no estado, tendo conquistado , ao longo de sua história, prêmios importantes no âmbito regional e nacional do setor. O JC é parte integrante do Sistema Jornal do Commercio de Comunicaçao, um conglomerado de veiculos de comunicaçao composto, entre outros, da TV Jornal, Radio Jornal, JC/CBN Recife e JC OnLine, todos situadoes em Recife, alem de sua expansao em algumas cidades do interior do Estado como Caruaru (TV Caruaru) , Garanhuns, Limoeiro, Pesqueira, Petrolina e Vitoria (com a rede Radio Jornal). Em seus cadernos apresenta ao seues leitores informaçoes sobre Economia, o País, mercado de Seguros, Direito e Justiça, Empresas, Artes e Espetaculos, Tecnologia e Saúde, Memórias e notícias do Mundo.


Ladjane Davi e Louise Farias

Jean Manzon


Jean Manzon inovou o fotojornalismo brasileiro. Fotográfo frânces, ele se mudou para o Brasil fugindo da 2° guerra mundial. Em 1940, trabalhou como diretor de fotografia e cinema no Departamento de Imprensa e Propaganda de Gétulio Vargas, mas foi em 1943 juntamente com David Nasser que atingiu o seu auge, para o sucesso de vendas da Revista "O Cruzeiro". Tornou-se, então, o mais famoso fotógrafo brasileiro do período entre as décadas de 1940 e 1970 devido as suas fotos criativas, com novos enquadramentos, "closes" extremos e ângulos bizarros que atraíam a atenção dos leitores.


http://www.acervojeanmanzon.com.br/

Clube do Bolinha

O Clube do Bolinha foi um programa de auditório brasileiro exibido aos sábados pela Rede Bandeirantes. Apresentando por Édson Cury, mais conhecido como Bolinha, o programa revelou muitos talentos da música brasileira, pois era uma vitrine para artistas consagrados ou em começo de carreira. Uma das características marcantes do programa era a irreverência do apresentador, que costumava conduzi-lo vestido com camisas bufantes supercoloridas. No palco, havia as festejadas boletes, dançarinas contratadas para animar o palco. O programa contava também com vários quadros, entre eles o antológico "Eles e Elas", no qual havia shows de travestis, drag queens e transformistas. O Clube do Bolinha foi durante anos a principal atração das tardes de sábado da Bandeirantes até que, em 1994, a emissora decidiu tirá-lo de sua grade.




O Olhar Viajante de Pierre Verger

Pierre Verger, fotógrafo e etnólogo autodidata franco-brasileiro, nasceu no dia 04 de novembro de 1902, em Paris. Em 1932, aprendeu a fotografar, descobriu uma paixão – viajar - e após o falecimento de sua mãe, tornou-se um viajante-solitário. A fotografia em preto e branco era sua especialidade e por quase 15 anos viajou ao redor do mundo fotografando diversos tipos de civilizações. Em 1946, Verger desembarcou em Salvador e foi logo seduzido por sua riqueza cultural, tornando-se até um estudioso do candomblé, posteriormente um adepto da religião. A África Ocidental e a Bahia tornaram-se temas centrais de suas pesquisas e fotografias. Através da história, os costumes e as religião cultuadas, transportava por meio de suas imagens informações, mensagens e presentes. No final da década de 70, fez suas últimas viagens de pesquisa à África e parou de fotografar. Nos seus últimos anos de vida, criou a Fundação Pierre Verger, em Salvador, da qual era doador, mantenedor e presidente, onde fica seu acervo com mais de 63 mil fotografias e negativos tirados até 1973, como também os documentos pessoais e correspondências. Aos 93 anos, o homem que, através de suas lentes documentou a vida e costume de povos tão diferentes e tão iguais entre si, faleceu em 11 de fevereiro de 1996.


Saiba Mais: http://www.pierreverger.org/