Por que quero ser jornalista?

Esta é uma pergunta dificílima de ser respondida por mim. Em primeiro lugar porque não quero ser jornalista na sua essência – repórter. Em segundo, porque a profissão que desejo exercer no futuro é a de diplomata e político. Em terceiro e último lugar, porque penso em passar pela área de comunicação por um pequeno tempo, no máximo, comunicando através das ondas sonoras do Rádio AM.

Diante das situações apresentadas é de uma complexidade fora do comum dá uma resposta coerente a esta questão. O que posso elucidar a respeito do curso de Comunicação Social – Jornalismo em Multimeios é que ele é o meu passaporte para conseguir meus objetivos profissionais, junto ao Instituto Rio Branco. Claro que depois de me aperfeiçoar nos idiomas: inglês, espanhol, francês, alemão e mandarim.

Sei que o curso de comunicação não é tão preparatório quanto o de direito para a área diplomática, mas é um curso superior que com os devidos ajustes dado pelo interessado, no caso, eu. Com certeza irá me conduzir com certo grau de vivacidade à carreira diplomática. É por isso que preciso aproveitar o máximo, dentro de minhas limitações, o que é apresentado e estudado no recinto universitário e fora do mesmo.

Não posso passar pela universidade sem ser percebido, sem incomodar, ser incomodado, sem indagar e nem muito menos concordar que o que é ensinado na universidade, realmente servirá em todos os sentidos para um bom desempenho profissional e convívio social. Muitos dos conceitos teóricos, vistos na universidade, não é tão diferente daqueles do ensino fundamental e médio – Saem do meio do nada e não levam a lugar nenhum, pois não há caminho a seguir.

Enfatizo, não passa por minha cabeça a idéia de exercer a profissão de jornalista, mas estou aprendiz de jornalismo e sou humilde o suficiente para assumir que o mundo dar muitas voltas e numa delas, posso ser seduzido pela profissão. Por isto preciso encarar esta realidade, já que ela está mais próxima do que as diversas outras realidades distantes e almejadas por mim.

Desejo sair da universidade conhecedor, no mínimo do básico sobre a profissão de jornalista em multimeios. Não posso em hipótese alguma deixar este pensamento de lado, mesmo porque seria vergonhoso par um estudante de qualquer profissão, concluir o curso e não lembrar do que estudou, durante os anos fincados na instituição. É o cúmulo amnésico, pensar em tal situação.

Espero que no decorrer da disciplina de Introdução ao Jornalismo, algumas objeções, das quais agora não quero tratar, sejam melhor esclarecidas para que o ceticismo não se torne tão evidenciado nas mentes de nós estudantes. O que talvez, possa provocar rejeição e abandono do curso. Algo extremamente desinteressante para um curso em construção e ainda não reconhecido oficialmente.


Por_ Jorge Galego

3 comentários:

Andréa disse...

Ok! Jorge, espero que alcance os seus objetivos e que o jornalismo não seja apenas um trampolim. Afinal, diplomatas são em essência também comunicadores.
Sugiro evitar expressões como dificílimo, pois palavras diminuitivas estilisticamente não são boas. E também substituir as letras maiúsculas do título por minúsculas. É possivel substituir algumas palavras do texto, principalmente por pronomes demonstrativos.

Andréa disse...

Ah Esqueci de solicitar correção de algumas palavras, principalmente o verbo daror dá; e a "expressão no mínimo do básico", deve ser substituida por no mímino apenas. É possivel fazer outras correções, mas o texto traduz o que você quis comunicar. Abs Andréa

Andréa disse...

Ah Esqueci de solicitar correção de algumas palavras, principalmente o verbo "dar" por dá; e a "expressão no mínimo do básico", deve ser substituída por no mímino apenas. É possivel fazer outras correções, mas o texto traduz o que você quis comunicar. Abs Andréa