Por que quero ser jornalista



Ao escolher o curso de Comunicação Social – Jornalismo em multimeios, o fiz com uma certeza: essa é a profissão que quero. Quando ia ao Estádio da Fonte Nova, sempre me entusiasmava com os profissionais de comunicação que trabalhavam na trasmissão dos jogos. Em alguns momentos, chegava a prestar mais atenção neles do que no jogo. O que me encantava e até hoje me encanta é a rapidez que o trabalho jornalístico exige, fazendo com que essa, na minha visão, não seja uma carreira monótona como muitas outras existentes.

Quero ser jornalista para que os meus pensamentos tornem-se conhecidos das demais pessoas; para que a minha opinião seja debatida. Sei que essas minhas vontades podem não acontecer, afinal, o mercado jornalístico está saturado. Porém, nem esse contratempo será capaz de mudar a minha decisão de seguir a carreira jornalística.

Só não quero tornar-me jornalista para fazer sensacionalismo e explorar as mazelas da sociedade como alguns profissionais fazem. Esse tipo de espetáculo, na minha ótica, ofende um dos principais valores da profissão: o valor ético. Fazer uso da pobreza, da violência e da falta de educação do povo, com a finalidade de uma promoção pessoal, contraria tudo que nos é passado no ambiente universitário. Quero ser diferente dos “Bocões” e “Varelas” que existem no meio; quero ser jornalista para levar informação às pessoas, para sentir-me bem, caso contrário, nem teria começado o curso.
Por_ Emerson Rocha

Um comentário:

Andréa disse...

OK, Emerson, o texto reflete bem o que voce já conheço de sua trajetória.
sugiro correções em alguns paragráfos, exemplo: Quando ia ao Estádio Fonte Nova, sempre me entusiasmava com os profissionais de comunicação que trabalhavam na transmissão dos jogos. Em alguns momentos, chegava a prestar mais atenção neles do que no jogo. E também há um trecho que se refere à não obrigatoriedade..corrija, porque a discussão é pela não obrigatoriedade...Ele ainda hoje é obrigatório.